Deninho e Eckel - Sertões 2017 - Foto: Marcelo Machado

Competições

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin comemoram título mundial de Rally Cross Country 2019 na categoria T3, com o UTV Can-Am Maverick X3. Crédito MCH Photos

Brasileiros comemoram título mundial de Rally Cross Country com o UTV Can-Am Maverick X3

Piloto Reinaldo Varela e navegador Gustavo Gugelmin são campeões da categoria T3 e conquistam terceiro lugar da classificação geral dos carros na temporada 2019; Monster Energy/Can-Am garante título por equipes…

Piloto Reinaldo Varela e navegador Gustavo Gugelmin são campeões da categoria T3 e conquistam terceiro lugar da classificação geral dos carros na temporada 2019; Monster Energy/Can-Am garante título por equipes na T3
Fonte: Mundo Press

Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin conquistaram o título da classe T3 no Campeonato Mundial de Rally Cross Country. A bordo do UTV Can-Am Maverick X3, a dupla garantiu a taça após o segundo lugar nos resultados extraoficiais da categoria no Rally do Marrocos, válido como etapa final da temporada 2019. A prova, com cinco dias de desafios e cerca de 2500 quilômetros percorridos, 1868 deles de trechos cronometrados, teve fim nesta quarta-feira (9/10), na cidade de Fez.

O ano também marcou o primeiro título mundial da Monster Energy/Can-Am, que faturou a taça por equipes da categoria T3. A dupla brasileira teve mais motivos para comemorar, já que alcançou o sólido terceiro lugar na classificação geral dos carros no Mundial de Rally Cross Country, atrás dos campeões Stephane Peterhansel e Andrea Peterhansel, da França, e de Nassar Saleh Al Attya (Catar) e Matthieu Baumel (França).

“A missão foi cumprida, somos os campeões da categoria T3 e ainda compusemos o Top 3 dos carros no Mundial”, ressalta o experiente piloto Reinaldo Varela. O paulista já possui em sua galeria dois títulos mundiais de Rally Cross Country na categoria T2, além de ter vencido entre os UTVs do Rally Dakar 2018, ao lado de Gugelmin.

Para definir os campeões de 2019, o Campeonato Mundial realizou etapas no Catar, Emirados Árabes e Cazaquistão, além do Marrocos, palco da grande final. “A temporada foi muito difícil, ainda mais aqui no Marrocos, que é um rali que atrai competidores de todo o mundo por ser preparatório para o Rally Dakar. A cada dia, tivemos um desafio maior. A quinta e última etapa foi duríssima, com muitas pedras”, relata.

Varela também destacou o trabalho do navegador e a confiança no equipamento como fundamentais para a vitória brasileira na temporada. “A navegação foi muito exigida em todas as etapas. O entrosamento foi importante na nossa dupla, em algumas ocasiões eu ajudei o Gugelmin a navegar e ele me ajudou a pilotar, tamanha a sintonia. O Can-Am Maverick X3 é outro ponto muito importante, pois é um equipamento robusto e compacto, o que nos tranquiliza muito para buscar o melhor em cada prova”, conclui Varela.


Dicas para pilotar num rally

São milhares de quilômetros de poeira, lama, sol, chuva e todas intempéries e obstáculos naturais que você possa imaginar. Longe do glamour da Fórmula 1, os competidores de um rally precisam estar…

São milhares de quilômetros de poeira, lama, sol, chuva e todas intempéries e obstáculos naturais que você possa imaginar. Longe do glamour da Fórmula 1, os competidores de um rally precisam estar preparados para tudo: desde trocar um pneu até pular de barrancos com mais de 20 metros de altura. “Disputar um rali é desafiar a competência e os limites do ser humano”, diz o piloto brasileiro Klever Kolberg, membro da equipe Petrobras Lubrax e dono de dezenas de títulos nacionais e internacionais.

Fonte: Mundo Estranho

Dicas para pilotar num rally

Dicas para pilotar num rally

Quem já experimentou a emoção de dirigir nessas duras condições garante: é apaixonante.

E só mesmo a paixão pela aventura explica o sucesso de provas arriscadas como o rally Dakar, que este ano realizou sua 40a edição! Criado em 1978 pelo piloto francês Thierry Sabine, a mais famosa prova do esporte reúne centenas de veículos, entre carros e UTVs, motos e caminhões.

Em um rali como esse, chamado de cross country, os percursos, cheios de obstáculos e variações topográficas, só são conhecidos na véspera. Ganha quem finalizar o trajeto na menor média de tempo. “Mas há ainda ralis de velocidade, realizados em percursos conhecidos com antecedência, e os de regularidade, em que o desafio é encontrar o caminho certo mantendo a média de velocidade exigida”, diz a piloto Luciana Bragante, que disputa provas no Brasil pela equipe Penélopes Rally Team.

Para os iniciantes, a dica é começar disputando as corridas de regularidade, mais seguras. Mas antes, é preciso estar disposto a colocar a mão no bolso ou arranjar um bom patrocínio. Para se ter uma ideia, uma aventura no Dakar não sai por menos de 100 mil dólares!

Pilotagem campeã

Dicas do veterano Klever Kolberg e de outros pilotos ajudam a enfrentar estradas perigosas

TUDO SOB CONTROLE

O painel de um carro de rali tem vários instrumentos. Um GPS (veja como o aparelho funciona na seção Tecnologia) indica a posição exata do carro, evitando que o competidor se perca. Um computador de navegação controla o percurso e a quilometragem percorrida. Também é importante ficar de olho nos indicadores do óleo, da tração 4×4 e da velocidade.

FAZENDO ÁGUA

Para cruzar rios fundos e estreitos, tome distância e entre com velocidade, para sair “lançado”. Numa prova de rali, se o rio for largo, não deve ser profundo. Para descobrir o caminho certo, observe por onde sai a trilha de outros carros e siga nessa direção, devagar, mas sem parar de acelerar. Outra possibilidade é esperar um veículo arriscar a travessia e depois segui-lo.

NO MAR DE LAMA

Em pisos muito lisos, como lamaçais ou subidas com pedras soltas, o melhor a fazer é engatar a marcha reduzida (em veículos que possuem essa opção). Apesar de diminuir a velocidade, tais procedimentos aumentam a força do carro, impedindo que ele patine ou derrape. O mesmo vale para curvas fechadas ou terrenos erodidos.

AREIA À FRENTE

Para percorrer sem problemas um trecho de areia, o carro precisa “flutuar” sobre o terreno. E a principal dica para conseguir isso é diminuir a pressão dos pneus em cerca de 30%, o que aumenta a estabilidade e evita que o veículo atole. Jogar com a calibragem, por sinal, é um macete dos mais experientes. Pisos fofos, pouca pressão. Nos firmes, pressão turbinada.

DECOLAGEM CONTROLADA

Diante de um barranco tipo rampa, diminua a velocidade, mantenha a calma e verifique a altura, o tipo de solo e por onde segue a trilha. “Perder tempo é relativo. Antes de tudo é preciso chegar”, diz a piloto de rali Luciana Bragante. Na hora da “aterrissagem”, tire o pé do acelerador e mantenha a direção reta.

REFORÇO NA SEGURANÇA

Para aumentar a proteção aos competidores, os carros têm uma “gaiola de ferro” que reforça a estrutura interna. Os bancos também são diferentes, pois envolvem o corpo da pessoa, que fica protegida por um cinto de segurança com cinco pontas. Por precaução, o veículo ainda leva muitas ferramentas e estepes – tudo bem amarrado. Cada categoria tem as suas especificações.

CÉREBRO DA EQUIPE

Além do piloto, no carro vai também um navegador. Ele monitora o painel e leva uma planilha que indica, entre outras coisas, o percurso a seguir, os obstáculos à frente e os pontos de fiscalização. Com essas informações, o navegador instrui o piloto, apontando desde uma pedra no caminho até a marcha que deve ser usada na próxima curva. Confira neste post a importância do navegador em provas off-road.

VIRA, VIRA, VIRA

Quando o carro ameaça capotar, é preciso controlar os instintos e agir racionalmente. Para garantir a estabilidade, por incrível que pareça, é preciso jogar a direção para o lado que ele está tombando e manter a aceleração. Por sinal, essa dica vale para outras situações: na dúvida, acelere! O freio pode fazer o carro derrapar e o motorista perder o controle de vez.

Conte com a equipe Casarini Racing para preparar o seu UTV para as maiores competições off-road!


2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

Está chegando a hora de pisar fundo na 2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV em cordeirópolis, a 160km da capital paulistana.   Categorias – Aspirado Production – Aspirado Super…

Está chegando a hora de pisar fundo na 2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV em cordeirópolis, a 160km da capital paulistana.
2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

2° Copa 6 Horas Casarini Endurance UTV

 

Categorias
– Aspirado Production
– Aspirado Super Production
– Turbo Light (fabricados até 2016)
– Turbo Pro
– Over 50 Turbos e Aspirados

Formato da prova

– 2 baterias de 2 horas de duração com intervalo de 2 horas
– Ordem de largada tomada de tempo e da segunda bateria chegada da primeira
– Diferença de voltas entre os competidores será mantida para a segunda bateria
– Pode correr por UTV de 1 a 3 pilotos
– Abastecimento não poderá ter válvula somente registro mangueira de no máximo uma polegada
– No intervalo entre as provas parque fechado
– Tanques de gasolina só será permitido original com o respiro do próprio original ,a boca do tanque tem que ser original

– Equipamentos de segurança obrigatórios:
UTV com reforço de gaiola, tela de proteção lateral lado piloto, cinto 4 ou 5 pontos.
Piloto: capacete ,macacão anti-chamas ,luvas e sapatilhas

– Preço da inscrição: 1.500 reais por UTV com 1 piloto e acréscimo de 500 reais por piloto adicional.

GRADE DE HORÁRIOS

As categorias serão divididas em dois blocos

A – Turbo
B – Aspirado Production, Aspirado Super, Over 50 e Turbo Light

QUINTA 26/10

Abertura de box para equipes a partir das 12:00
Pista fechada

SEXTA 27/10

8:00 as 18:00 secretaria para validação das inscrições, credenciamentos e Vistorias

TREINOS LIVRES

BLOCO B
14:00 as 15:00
16:30 as 17:30

BLOCO A
15:15 as 16:15
17:45 as 18:45

SÁBADO 28/10

7:30 as 9:00
Validação inscrições, credenciamentos e vistorias

TREINOS LIVRES

BLOCO B
9:00 as 9:45

BLOCO A
10:00 as 10:45

TOMADA DE TEMPO

BLOCO B
11:00 as 11:30

BLOCO A
12:00 as 12:30

BRIEFING GERAL
14:00

LARGADA 1 BLOCO B
15:00 as 17:00
Termino parque fechado

DOMINGO 29/10

WARM UP BLOCO A
8:00 as 8:30

LARGADA 1 BLOCO A
9:00 as 11:00
Termino parque fechado

LARGADA 2 BLOCO B
11:45 as 13:45

LARGADA 2 BLOCO A
14:30 as 16:30

PODIUM
17:00

Para mais informações, entre em contato com a equipe Casarini BRP: (11) 3392-3000

 

 


Rally dos Sertões – Bruno Varela e João Arena comemoram título dos UTVs

Can-Am confirma pentacampeonato da categoria com o veículo Maverick X3, que dominou o Top 15 dos UTVs na edição de 25 anos do evento Fonte: Mundo Press O piloto Bruno…

Can-Am confirma pentacampeonato da categoria com o veículo Maverick X3, que dominou o Top 15 dos UTVs na edição de 25 anos do evento
Fonte: Mundo Press

Equipe Divino Fogão comemorando o titulo do Rally dos Sertões - Foto Magnus Torquato

Equipe Divino Fogão comemorando o titulo do Rally dos Sertões 2017 – Foto Magnus Torquato

O piloto Bruno Varela e o navegador João Arena, de São Paulo, são os grandes campeões dos UTVs no 25º Rally dos Sertões. A dupla confirmou a taça inédita neste sábado (26), no sétimo e último dia de prova, que terminou na rampa de chegada em Bonito (MS) após 3300 quilômetros de desafios – 1999 de trechos cronometrados. A conquista representou o quinto título consecutivo da Can-Am na categoria. A fábrica canadense foi soberana e dominou o Top 15 dos UTVs, com os veículos Maverick X3.

Maior rally do país, o Sertões teve início no último dia 20 em Goiânia (GO). Os competidores a bordo dos UTVs Can-Am Maverick X3 protagonizaram as disputas desde o prólogo, travando um revezamento acirrado na liderança da classificação a cada etapa.

Com o desempenho, ele e o navegador João Arena ainda faturaram o título da classe UTV Pro Turbo. Na UTV Super Production, os vencedores foram Luiz Rodrigues e Fernando Filho, também a bordo do Can-Am Maverick X3.

Resultados (extra-oficiais) – 25º Rally dos Sertões
UTVs – Acumulado após sete etapas (FINAL)
1° – Bruno Varela/João Arena – 25:38:22.61 – Can-Am Maverick X3
2° – Lucas Barroso/Breno Rezende – 25:46:19.58 – Can-Am Maverick X3
3° – Ismar Júnior/André Galvão de Sá – 26:08:06.49 – Can-Am Maverick X3
4° – Edu Piano/Solon Mendes – 26:14:11.18 – Can-Am Maverick X3
5° – Marcelo Gastaldi/Cláudio Silveira – 26:20:16.96 – Can-Am Maverick X3
6° – Enrico Almeida/Fábio Pedroso – 26:35:44.14 – Can-Am Maverick X3
7° – Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama – 27:03:19.38 – Can-Am Maverick X3
8° – Gabriel Cestari/Edgar Fabre – 27:18:16.97 – Can-Am Maverick X3
9° – Daniel Mahseredjian/Sano Chermont – 27:22:21.80 – Can-Am Maverick X3
10° – Rodrigo Betti/Daniel Crema – 27:54:58.06 – Can-Am Maverick X3
11° – Rodrigo Varela/Idali Bosse – 28:15:23.31 – Can-Am Maverick X3
12° – Gabriel Varela/Gabriel Morales – 28:42:29.88 – Can-Am Maverick X3
13° – Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – 28:47:24.03 – Can-Am Maverick X3
14° – Allan Cestari/Weidner Moreira – 28:58:59.35 – Can-Am Maverick X3
15° – Luiz Rodrigues/Fernando Filho – 29:37:45.00 – Can-Am Maverick X3


Rally dos Sertões – Can-Am Maverick X3 abre disputa nas seis primeiras posições

Em dia de desafios extremos, veículo da marca canadense é o grande destaque da categoria para UTVs; Etapa Maratona será nesta segunda-feira (21) Fonte: Mundo Press O 25º Rally dos…

Em dia de desafios extremos, veículo da marca canadense é o grande destaque da categoria para UTVs; Etapa Maratona será nesta segunda-feira (21)
Fonte: Mundo Press

Enrico Amarante/Fábio Pedroso na etapa de abertura do Rally dos Sertões 2017 - Foto Marcelo Maragni

Enrico Amarante/Fábio Pedroso na etapa de abertura do Rally dos Sertões 2017 – Foto Marcelo Maragni

O 25º Rally dos Sertões teve início com grau máximo de dificuldade neste domingo (20). Atual tetracampeã dos UTVs, a Can-Am saiu na frente e dominou as seis primeiras posições da categoria com os veículos Maverick X3. O piloto Denisio do Nascimento e o navegador Emilio Rockenbach venceram, seguidos por Enrico Amarante e Fábio Pedroso, de acordo com os resultados extra-oficiais. A etapa de abertura foi realizada entre Goiânia e Goianésia, Goiás, e somou 680 quilômetros – 306 deles de trechos cronometrados (especiais).

O trajeto foi marcado por terreno acidentado, estradas de alta e de médias velocidades, travessias de rios e muita pedra. Dos 34 UTVs inscritos, 26 completaram o roteiro, como o goiano Amarante. “O dia foi bom para acelerar e o Maverick X3 esteve fantástico, chegou inteiro no final”, avaliou o piloto. Atual campeão nacional, ele ainda somou pontos importantes para a disputa do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country, já que o Sertões é válido pelas quatro etapas finais do calendário.

Nesta segunda-feira (21), a segunda etapa do Rally dos Sertões será disputada em formato Maratona, o qual não permite apoio mecânico externo no final do dia. O percurso terá destino a Santa Terezinha de Goiás-GO, com 326 quilômetros (248 de especiais). O maior rali do país também inclui categorias para quadriciclos, motocicletas e carros. A chegada está marcada para o dia 26 de agosto em Bonito (MS)
Resultados (extra-oficiais) – 25º Rally dos Sertões 

UTVs – Prólogo
1° – #207 – Deninho Casarini/Luis Felipe Eckel – 0:03:49.90 – Can-Am Maverick X3
2° – #216 – Bruno Varela/João Arena – 0:03:50.70 – Can-Am Maverick X3
3° – #213 – Rodrigo Varela/Idali Bosse – 0:03:52.49 – Can-Am Maverick X3
4° – #220 – Lucas Barroso/Breno Rezende – 0:03:54.77 – Can-Am Maverick X3
5° – #208 – Gabriel Varela/Gabriel Morales – 0:03:55.37 – Can-Am Maverick X3
6° – #201 – Enrico Almeida/Fábio Pedroso – 0:03:57.23 – Can-Am Maverick X3
7° – #214 – Leonardo Beleza/Marcos Almeida – 0:03:59.57
8 – #203 – Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – 03:59.81 – Can-Am Maverick X3
9° – #235 – Edu Piano/Solon Júnior – 04:07.58 – Can-Am Maverick X3
10° – #231 – Ismar Júnior/Andre Galvao de Sá – 04:10.19 – Can-Am Maverick X3

UTVs – 1ª Etapa
1° – Deni do Nascimento/Emilio Rockenbach – 4:42:28.87 – Can-Am Maverick X3
2° – Enrico Almeida/Fabio Pedroso – 4:48:44.89 – Can-Am Maverick X3
3° – Marcelo Gastaldi/Cláudio Silveira – 4:49:18.22 – Can-Am Maverick X3
4° – Edu Piano/Solon Mendes – 4:52:41.94 – Can-Am Maverick X3
5° – Bruno Varela/João Arena – 4:55:50.30 – Can-Am Maverick X3
6° – Lucas Barroso/Breno Rezende – 4:56:37.06 – Can-Am Maverick X3

7° – Henrique Gutierrez/Andre Lucas Munhoz – 5:02:26.44
8° – Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama – 5:02:40.98 – Can-Am Maverick X3
9° – Ismar Júnior/Andre Galvão de Sá – 5:08:45.22 – Can-Am Maverick X3
10° – Euclides Júnior/Marcos Panstein – 5:15:52.24 – Can-Am Maverick X3

Programação* – 25º Rally dos Sertões
2ª Etapa – 21/8 (Segunda-feira)
Goianésia (GO) – Santa Terezinha de Goiás (GO) – ETAPA MARATONA
DI (Deslocamento inicial) – 78 km
TE (Trecho especial cronometrado) – 248 km
DF (Deslocamento final) – 0 km
Total do dia: 326 km

3ª Etapa – 22/8 (Terça-feira)
Santa Terezinha de Goiás (GO) – Aruanã (GO)
DI – 0 km
TE – 297,06km
DF – 9 km
Total do dia: 306,06 km

4ª Etapa – 23/8 (Quarta-feira)
Aruanã (GO) – Barra do Garças (MT)
DI – 102,4 km
TE – 273,20 km
DF – 95,68 km
Total do dia: 471,28 km

5ª Etapa – 24/8 (Quinta-feira)
Barra do Garças (MT) – Coxim (MS)
DI – 13,85 km
TE – 438,86 km
DF – 213,30 km
Total do dia: 666,01 km

6ª Etapa – 25/8 (Sexta-feira)
Coxim (MS) – Aquidauana (MS)
DI – 59,82 km
TE – 194,91 km
DF – 174,72 km
Total do dia: 429,45 km

7ª Etapa – 26/8 (sábado)
Aquidauana (MS) – Bonito (MS)
DI – 128,62 km
TE – 240,45 km
DF – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Total da prova: 3.300,06 km
Total de trechos cronometrados (especiais): 1.999,52 km

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações. 


Rally dos Sertões – Deninho Casarini e Luis Eckel largam na frente dos UTVs


Can-Am apresenta Maverick X3 X rs Turbo R de 172HP no Rally dos Sertões


Rally dos Sertões – Can-Am busca pentacampeonato da categoria UTVs

A bordo dos veículos Maverick X3, marca canadense acelera com força máxima na edição de 25 anos do evento; Largada será neste domingo (20) em GO Fonte: Mundo Press A…

A bordo dos veículos Maverick X3, marca canadense acelera com força máxima na edição de 25 anos do evento; Largada será neste domingo (20) em GO
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini durante o Rally de inverno - Crédito: Nicolas Gavlak

Deninho Casarini durante o Rally de inverno – Crédito: Nicolas Gavlak

A Can-Am acelera no Rally dos Sertões com a meta de conquistar o quinto título consecutivo entre os UTVs. Para isso, a marca canadense aposta em nomes experientes do off-road e no principal lançamento da categoria, o Can-Am Maverick X3, que representa a escolha de 21 dos 35 veículos inscritos. A edição de 25 anos do evento será realizada de 19 a 26 de agosto entre Goiânia (GO) e Bonito (MS).

A disputa da categoria UTVs, como sempre, é um show à parte. O roteiro promete altas velocidades e 3.300 quilômetros de desafios, incluindo 1.999 de trechos cronometrados (especiais).

O paulista Deninho Casarini tem boas expectativas. “Eu estou muito bem preparado para o Sertões, assim como a equipe Casarini Can-Am. Eu sinto que esse será ‘o’ rali”, ressaltou o piloto. Ele conta com o navegador Luis Felipe Eckel. “O Sertões é uma prova longa e esta edição promete ser rápida e muito disputada. Estou bastante confiante. Vou competir com o Maverick X3 90% original de fábrica, já que é necessário fazer alguns reforços e ajustes de equipamentos para a prova.”

Atual campeão brasileiro de rally cross country, o goiano Enrico Amarante está de olho no bi. “As cinco primeiras etapas do Sertões valem como as finais do Campeonato Brasileiro da modalidade. Espero garantir o bicampeonato brasileiro e subir no pódio da categoria, na chegada do Rally dos Sertões em Bonito”, concluiu. O piloto vai competir com o navegador Fábio Pedroso.

Programação* – 25º Rally dos Sertões

19/8 (Sábado)
Das 9h às 10h – Carreata pelo centro de Goiânia (GO)
Das 10h30 às 14h – Prólogo na Cidade Alpha Goiás, em Senador Canedo (GO)
18h30 – Largada promocional no Autódromo de Goiânia (GO)

1ª Etapa – 20/8 (Domingo)
Goiânia (GO) – Goianésia (GO)
DI (Deslocamento inicial) – 221,87 km
TE (Trecho especial cronometrado) – 306,82 km
DF (Deslocamento final) – 151,79 km
Total do dia: 680,48 km

2ª Etapa – 21/8 (Segunda-feira)
Goianésia (GO) – Santa Terezinha de Goiás (GO) – ETAPA MARATONA
DI – 78 km
TE – 248 km
DF – 0 km
Total do dia: 326 km

3ª Etapa – 22/8 (Terça-feira)
Santa Terezinha de Goiás (GO) – Aruanã (GO)
DI – 0 km
TE – 297,06km
DF – 9 km
Total do dia: 306,06 km

4ª Etapa – 23/8 (Quarta-feira)
Aruanã (GO) – Barra do Garças (MT)
DI – 102,4 km
TE – 273,20 km
DF – 95,68 km
Total do dia: 471,28 km

5ª Etapa – 24/8 (Quinta-feira)
Barra do Garças (MT) – Coxim (MS)
DI – 13,85 km
TE – 438,86 km
DF – 213,30 km
Total do dia: 666,01 km

6ª Etapa – 25/8 (Sexta-feira)
Coxim (MS) – Aquidauana (MS)
DI – 59,82 km
TE – 194,91 km
DF – 174,72 km
Total do dia: 429,45 km

7ª Etapa – 26/8 (sábado)
Aquidauana (MS) – Bonito (MS)
DI – 128,62 km
TE – 240,45 km
DF – 51,71 km
Total do dia: 420,78 km

Total da prova: 3.300,06 km
Total de trechos cronometrados (especiais): 1.999,52 km

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações. 


Rally Rota SC – Rally congelante

Com temperaturas negativas, apenas os motores foram capazes de esquentar o clima no Rally Rota SC Fonte: Revista Dirt Action A temporada do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country tem sido…

Com temperaturas negativas, apenas os motores foram capazes de esquentar o clima no Rally Rota SC
Fonte: Revista Dirt Action

Deninho Casarini e Luís Felipe Eckel vencem o Rally Rota SC Foto: Claudio Rieser

Deninho Casarini e Luís Felipe Eckel vencem o Rally Rota SC Foto: Claudio Rieser

A temporada do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country tem sido uma da mais intensas dos últimos anos. O certame já percorreu quatro Regiões, enfrentando climas e terrenos diferentes. Tudo começou no Nordeste, com o RN1500; em seguida, a caravana desceu para o Sudeste, para o Rally da Cuesta, em São Paulo (SP); depois veio uma prova mais longa e pesada, no Centro-Oeste, na região do Jalapão, o Baja 500. E no início de julho o evento migrou para o Sul, mudando totalmente a característica da prova.

Em pleno inverno e temperaturas congelantes, a cidade de Lages foi palco da 6ª edição do Rally Rota SC, que colocou à prova a determinação dos pilotos, que enfrentaram o frio, e seria a última oportunidade para acertar os detalhes dos equipamentos antes do Rally dos Sertões, o maior desafio do ano. Em dois dias, pilotos e equipes acordaram cedo, com os termômetros marcando temperaturas inferiores a 2º C para buscarem pontos para a temporada. Destaque para o grid maior de pilotos nas Motos e UTVs, respectivamente 26 e 25 participantes. No primeiro dia de competição (1/07), o percurso teve aproximadamente 295 km. Foi um dia difícil para os competidores, levando-se em conta que na noite anterior, além do frio intenso, uma chuva repentina decidiu aparecer e deixar as estradas lisas como sabão. O sol tímido não foi suficiente para secar o percurso.

No dia seguinte, a temperatura caiu ainda mais, chegando perto de -2º C na cidadezinha de Painel, local da largada. O dia agradou mais os pilotos. Sem chuva e com os primeiros quilômetros de estradas parecidas com as encontradas em provas de WRC, rápidas e espaçosas, os competidores puderam imprimir maior velocidade, tudo que os pilotos de rali mais gostam. Em pouco mais de 40 km, eles passaram a subir uma serra e terminaram a prova novamente em trechos rápidos e amplos.

Entre os UTVs, o duelo foi entre Denísios. Denísio Casarini mostrou perfeito entrosamento com a máquina e conquistou mais uma vitória na classe, levando a melhor sobre Denísio Nascimento – que competiu nas motos durante alguns anos e migrou para as quatro rodas –, segundo colocado.

Depois de percorrer aproximadamente 525 km, a sensação que ficou – mais uma vez – é que o Rally Rota SC é uma das provas mais divertidas e bem organizadas da temporada. “Conseguimos fazer uma grande prova, depois de muita chuva nas semanas que antecederam o evento, o que nos levou a fazer pelo menos uma dezena de mudanças no roteiro”, contou André Alcântara, idealizador e organizador do Rally Rota SC. “Para 2018, pretendemos continuar a realização da prova na mesma data, mas estamos pensamos em mudar algumas coisas, como as motos largando depois dos carros, para sofrerem menos com o frio, que no início da manhã é intenso”, completou.

Confira a matéria completa na Revista Dirt Action #263


Confira a programação do 25º Rally dos Sertões


Deninho Casarini e Luis Felipe Eckel vencem Rally Rota SC entre os UTVs

Evento faz parte do Brasileiro de Rally Cross Country e tem domínio dos veículos Can-Am; Nos quadriciclos, Geison Belmont ganha com o Can-Am Renegade Fonte: Mundo Press As baixas temperaturas…

Evento faz parte do Brasileiro de Rally Cross Country e tem domínio dos veículos Can-Am; Nos quadriciclos, Geison Belmont ganha com o Can-Am Renegade
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini/Luis Felipe Eckel a bordo do Can-Am Maverick X3 no Rally Rota SC 2017 Crédito: Gustavo Epifânio/DFotos

Deninho Casarini/Luis Felipe Eckel a bordo do Can-Am Maverick X3 no Rally Rota SC 2017
Crédito: Gustavo Epifânio/DFotos

As baixas temperaturas e o terreno liso da Serra Catarinense testaram competidores e máquinas no Rally Rota SC, válido pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. Após dois dias de disputas e 565 quilômetros de desafios na região de Lages (SC), o paulista Deninho Casarini e o navegador catarinense Luis Felipe Eckel levaram a melhor entre os UTVs. Eles confirmaram a vitória neste domingo (7).

A dupla cravou o tempo total de 5h02min13 a bordo do Can-Am Maverick X3, que dominou as três primeiras posições do pódio da categoria. Os catarinenses Denisio Nascimento e Idali Bosse alcançaram o segundo lugar (tempo de 5h06min53), seguidos pelos irmãos goianos Enrico e Álvaro Amarante (5h19min04).

Casarini teve a sensação de dever cumprido. “A prova foi técnica e, ao mesmo tempo, muito prazerosa de pilotar. Estou bastante satisfeito com o desempenho do Maverick X3 e com o resultado, ainda mais porque o grid contou com muitos competidores experientes”, concluiu o piloto.

Quadriciclos A marca canadense também ditou ritmo entre os quadriciclos do Rally Rota SC. Geison Belmont, do Rio de Janeiro, foi o grande vencedor com o Can-Am Renegade e o tempo de 5h56min51. “O trajeto testou a eficiência dos competidores e trouxe especiais bem interessantes, técnicas e cansativas. Foi o meu primeiro teste com o quadri e já saí com a vitória, só havia feito um treino breve na minha região”, concluiu Belmont.


Bruno Varela, Allan Laffront e Daniel Tocchini vencem prova de Endurance a bordo do Sea-Doo RXP-X 300

Pilotos faturam prova de Endurance com a moto aquática Sea-Doo RXP-X 300 Fonte: Mundo Press Em Ribeirão Pires (SP), os pilotos foram campeões da prova da BJSA de Endurance a…

Pilotos faturam prova de Endurance com a moto aquática Sea-Doo RXP-X 300
Fonte: Mundo Press

Bruno Varella, Daniel Tocchini e Allan Laffront (da esq. para dir.) com a moto aquática Sea-Doo RXP-X 300 Crédito: Divulgação

Bruno Varella, Daniel Tocchini e Allan Laffront (da esq. para dir.) com a moto aquática Sea-Doo RXP-X 300
Crédito: Divulgação

Em Ribeirão Pires (SP), os pilotos foram campeões da prova da BJSA de Endurance a bordo da moto aquática Sea-Doo RXP-X 300.

Atual vice-líder dos UTVs no Campeonato Brasileiro da modalidade, Bruno Varela mudou de ares. Ele encarou três horas de disputas nas águas da Represa Billings, em revezamento com os parceiros Allan Laffront e Daniel Tocchini, neste domingo. “Foi uma prova sensacional, vencemos nos últimos 20 minutos. A nossa moto aquática fez diferença e foi uma das poucas que chegaram inteiras no final”, contou.

No sábado, o piloto competiu sozinho e garantiu a segunda colocação da Supercourse Turbo, categoria de elite das motos aquáticas. “Gostei muito dos resultados e estou pronto para o que vier, não importa se for na água, na terra ou até no ar”, finalizou Varela.