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Competições

Campeonato Brasileiro de Rally Baja

Fonte: Revista Dirt Action Foi dada a largada do Campeonato Nacional de Rally Baja! Como toda abertura, não faltaram disputas e mais disputas, com destaque para duas feras nos UTVS,…

Fonte: Revista Dirt Action

Foto: Sanderson Pereira

Foto: Sanderson Pereira

Foi dada a largada do Campeonato Nacional de Rally Baja! Como toda abertura, não faltaram disputas e mais disputas, com destaque para duas feras nos UTVS, Deninho Casarini e Rodrigo Varela. A temporada promete!

Depois de uma longa espera pela abertura do campeonato, finalmente o dia chegou, e em março foi dada a largada para a nova temporada do Brasileiro de Rally. O evento foi o tradicional Rally de Barretos, que em sua 11ª edição se tornou também tradicional como etapa de abertura. Válido para o Campeonato Brasileiro nas categorias Motos, UTVs e Quadris, o rali ganhou a fama. Tem como características principais a velocidade, muitos saltos e navegação, situações que acabam exigindo mais dos pilotos e suas máquinas.
O local é também tradicional, o Parque do Peão, arena de eventos situada na rodovia Brigadeiro Faria Lima, que recebeu a caravana do rali e, como não poderia ser diferente, uma estrutura incrível, oferecendo um suporte impressionante para pilotos, equipes e imprensa. Para esta nova temporada, a organização inovou e conseguiu realizar um traçado onde o público pode ter fácil acesso às etapas especiais. Isso deu maior visibilidade ao evento e aos participantes, além de ter facilitado o trabalho das equipes de apoio, fundamentais em um rali. Sem as tradicionais chuvas da região, o piso do percurso de 140 km do sábado e do domingo estava muito bom e seguro para os pilotos, que puderam apresentar o seu melhor em termos de pilotagem. Trechos técnicos e de alta velocidade predominaram nas duas etapas.

Nos UTVs tivemos uma demonstração de que neste ano as disputas pelas primeiras posições serão intensas, para um ano fantástico. O nível técnico dos pilotos está muito bom e a disputa vai praticamente ser “pau a pau” entre os competidores. No sábado, o vencedor foi Deninho Casarini, com Rodrigo Varela em segundo e seu irmão Bruno em terceiro. Já no domingo, o primeiro colocado foi Rodrigo, com o seu irmão Bruno na segunda posição e Enrico Amarante em terceiro. Vale lembrar que esses pilotos pilotam o novo Can-Am X3. Mas vale a pena pontuar que a disputa entre esses pilotos foi tão intensa que a diferença entre eles foi de pouco menos de um minuto.

Leia a matéria completa na Revista Dirt Action #259


UTVs disputam primeira etapa do Rally RN 1500 nesta sexta-feira (7)

Pilotos a bordo dos veículos Can-Am Maverick X3 estão de olho nos títulos do evento, válido como a abertura do Brasileiro de Rally Cross Country Fonte: Mundo Press Vai ser…

Pilotos a bordo dos veículos Can-Am Maverick X3 estão de olho nos títulos do evento, válido como a abertura do Brasileiro de Rally Cross Country
Fonte: Mundo Press

Foto: Enrico Amarante

Foto: Enrico Amarante

Vai ser dada a largada para o Rally RN 1500, válido como abertura do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. A prova parte de São Miguel do Gostoso nesta sexta-feira (7) e os vencedores serão conhecidos no domingo (9), em Natal, Rio Grande do Norte, após 628,96 quilômetros de percurso – 435,67 de trechos cronometrados. Na categoria para UTVs, os pilotos a bordo dos veículos da família Can-Am Maverick X3, lançamento da marca canadense, são os destaques.

Os irmãos Enrico (piloto) e Álvaro Amarante (navegador), de Goiás, estão prontos para defender os títulos do Brasileiro de Rally Cross Country (classificação geral e UTV Pró). “O ano passado foi a nossa estreia na competição e, para esta temporada, as expectativas são ainda maiores. O Can-Am Maverick X3 chegou para deixar a divisão dos UTVs mais forte. Estamos prontos para buscar ótimos resultados”, disse Enrico.


Rally da Ilha brindou sua 10ª edição no Brasileiro Baja

Evento aconteceu em Ilha Comprida, no litoral paulista, e a entrega dos troféus aos campeões foi neste domingo (26).   Após dois dias de muita adrenalina, chegou ao fim mais…

Evento aconteceu em Ilha Comprida, no litoral paulista, e a entrega dos troféus aos campeões foi neste domingo (26).

 

Após dois dias de muita adrenalina, chegou ao fim mais uma edição do Rally da Ilha, um dos mais tradicionais eventos de rali do Brasil. A prova que faz parte do calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Baja (3ª e 4ª etapas) foi realizada na Estância Balneária de Ilha Comprida e a cidade litorânea recebeu pela décima vez a competição entre os dias 24 e 26 de maio.

Mais de 55 competidores de todo o país participaram do evento off-road para motocicletas, quadriciclos e Utility Terrain Vehicles (UTVs). Os participantes percorreram cerca de 340 km em rotas pelo interior da ilha repletas de desafios como poças d’água, muita areia, piçarras e piso batido com cascalho.

Resultado do primeiro dia do Rally da Ilha 2017, SS3 + SS4, cinco primeiros UTVs:
1) 111 Rodrigo Varela, Ca-Am Maverick Turbo, (4)Pro, 01h38min24
2) 127 Gustavo Lapertosa/Fábio Zeller, Can-Am Maverick-X3, (3)Pro, 01h38min35
3) 103 Deninho Casarini, Can-Am Maverick X3 XRS Casarini Edition, (1)Pro, 01h39min18
4) 105 Bruno Varela, Can-Am X3m, (1)Pro, 01h40min02
5) 112 Henrique Gutierrez/Andre Munhoz, Can-Am Maverick-X3, (2)Pro, 01h40min22

Resultados acumulados do Rally da Ilha 2017, após dois dias:
1) 127 Gustavo Lapertosa/Fabio Zeller, Can-Am Maverick-X3, (3)Pro, 03h01min35
2) 105 Bruno Varela, Can-Am X3m, (1)Pro, 03h02min16
3) 111 Rodrigo Varela, Ca-Am Maverick Turbo, (4)Pro, 3h03min12
4) 112 Henrique Gutierrez/Andre Munhoz, Can-Am Maverick-X3, (2)Pro, 03h03min17
5) 131 Edu Piano, Can-Am, (5)Pro, 03h05min29
9) 103 Deninho Casarini, Can-Am Maverick X3 Casarini Edition, (8)Pro, 03h09min52

*Resultados completos do Rally da Ilha: www.chronosat.com.br

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Campeão do Rally da Ilha em 2016, Deninho teve problemas antes do prólogo e no 1º dia de prova, o que o levou à 9ª colocação na classificação geral. Mas ainda tem muito chão e poeira pra levantar no Brasileiro de Rally Baja! Avante, Patrãozinho! Em Maio, tem Rally Cuesta! 😉

 


Brasileiro de Rally Baja – UTVs são maioria no grid em Ilha Comprida (SP)

A bordo do Can-Am Maverick X3 X RS, Irmãos Rodrigo e Bruno Varela e o piloto Deninho Casarini, atual campeão do Rally da Ilha, estão de olho na vitória Fonte:…

A bordo do Can-Am Maverick X3 X RS, Irmãos Rodrigo e Bruno Varela e o piloto Deninho Casarini, atual campeão do Rally da Ilha, estão de olho na vitória
Fonte: Mundo Press

Piloto Deninho Casarini Crédito: Doni Castilho

Piloto Deninho Casarini Crédito: Doni Castilho

O 10º Rally da Ilha vai movimentar o fim de semana (25 e 26) na cidade de Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo. A prova é válida pela terceira e quarta etapas do Campeonato Brasileiro de Rally Baja e tem 55 veículos inscritos até o momento. Os UTVs são maioria no grid, com 33 representantes, seguidos pelas motos (17 inscritos) e os quadriciclos (cinco).

A bordo do novo Can-Am Maverick X3 X RS, Rodrigo Varela está na liderança na competição nacional, seguido pelo irmão Bruno. A dupla foi protagonista na abertura do Brasileiro, realizada há duas semanas em Barretos (SP), ao lado do lançamento da Can-Am – que ocupou os quatro primeiros lugares da classificação geral, resultado histórico para os UTVs.

Outro destaque é o piloto Deninho Casarini, que defende o título dos UTVs no Rally da Ilha. “Eu costumo andar bem em Ilha Comprida, que é marcada por terreno arenoso e altas velocidades. Como a prova completa algumas voltas no mesmo circuito, costumo memorizar o caminho para andar no limite. O carro está 100%, o Can-Am Maverick X3 X RS é indiscutivelmente superior.”


UTVs abrem a temporada do Brasileiro de Rally Baja em Barretos (SP)

De olho na vitória, Deninho Casarini e os irmãos Rodrigo e Bruno Varela aceleram o UTV Can-Am Maverick X3 X RS neste fim de semana Fonte: Mundo Press A luta…

De olho na vitória, Deninho Casarini e os irmãos Rodrigo e Bruno Varela aceleram o UTV Can-Am Maverick X3 X RS neste fim de semana
Fonte: Mundo Press

Foto: Deninho Casarini

Foto: Deninho Casarini

A luta pelos títulos do Campeonato Brasileiro de Rally Baja tem início neste fim de semana (11 e 12) na 11ª edição do Rally Barretos, cidade do interior de São Paulo. A categoria para UTVs é atração à parte e conta com grid superior a 35 veículos. De olho na vitória, Deninho Casarini e os irmãos Rodrigo e Bruno Varela aceleram com o Can-Am Maverick X3 X RS, lançamento da marca canadense.

Casarini está pronto para defender o título da classe UTV Pró. “Vou aproveitar para sentir o X3 e investir na adaptação ao veículo, já que o modelo é totalmente inovador, promete revolucionar o esporte. A prova em Barretos é muito bem organizada e não vejo a hora de começar a temporada do Brasileiro de Baja”, disse. Rodrigo Varela reforçou. “Como o evento abre o campeonato, sempre é uma das corridas mais esperadas. Estou muito ansioso para largar, ainda mais para pisar fundo no X3 e ver como ele vai se comportar. Fizemos muitos testes e o UTV é surpreendente.”


UTVs representam a categoria que mais cresce nas competições off-road

Família de veículos Can-Am Maverick aposta na chegada do novo X3 para ampliar hegemonia na temporada 2017 das principais competições off-road do país. Fonte: Mundo Press Potentes, seguros e extremamente…

Família de veículos Can-Am Maverick aposta na chegada do novo X3 para ampliar hegemonia na temporada 2017 das principais competições off-road do país.
Fonte: Mundo Press

UTVs viraram febre e representam a categoria que mais cresce nas competições off-road do país.

UTVs viraram febre e representam a categoria que mais cresce nas competições off-road do país. Foto: Marcelo Maragni

Potentes, seguros e extremamente divertidos, os UTVs viraram febre e representam a categoria que mais cresce nas competições off-road do país. Os veículos produzidos pela Can-Am são referência no segmento. Atual tetracampeã do Rally dos Sertões, a família Can-Am Maverick conta com a chegada do novo X3 para ampliar a hegemonia nos principais desafios do país na temporada 2017.

A primeira aparição dos UTVs em solo nacional foi no fim de 2011, quando a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) introduziu a classe de forma experimental no Rally dos Amigos. O grid foi de apenas sete participantes. No ano seguinte, passou a fazer parte dos campeonatos brasileiros de Rally Cross Country e de Rally Baja, além do Rally dos Sertões. A adesão às máquinas cresce a cada ano e em 2016 atingiu o grid de 55 veículos em uma prova do Brasileiro de Baja, recorde absoluto no Brasil.

“A divisão dos UTVs cresce a passos largos, assim como a evolução dos equipamentos”, comentou Adilson Kilca, diretor de rally da CBM. “Os UTVs conquistaram os pilotos de moto e de quadriciclo pela sensação do vento no rosto e do contato com o ambiente da prova. Além disso, a cabine traz mais segurança. Os pilotos de carro também se adaptaram facilmente e ainda encontraram uma forma mais econômica de competir”, comparou Kilca.

Mercado aquecido e o novo Can-Am Maverick X3 – Desde o início da comercialização, em 2011, estima-se que o mercado de UTVs no Brasil triplicou. “Os veículos ainda têm muito potencial de crescimento. Temos um país que favorece a prática de atividades ao ar livre pelas dimensões continentais e os diversos tipos de paisagens. O cenário é perfeito para os UTVs, mesmo a circulação no Brasil sendo restrita a competições e áreas particulares fechadas”, disse Fernando Alves, gerente da operação BRP na América do Sul, grupo canadense responsável pela Can-Am.

“A fábrica tem como princípio a busca constante pela inovação, o que é fundamental para ser referência de vitórias nas principais competições off-road.” A família Can-Am Maverick ampliou sua hegemonia incontestável com o tetracampeonato dos UTVs no Rally dos Sertões, o mais duro desafio do calendário nacional – conquistado em 2016 pela dupla Bruno Sperancini/Breno Rezende.

O último ano também foi marcado pelos três títulos no Brasileiro de Rally Baja (com os pilotos Gabriel Varela, na classificação geral dos UTVs e na classe UTV Turbo, e Deninho Casarini, na UTV Pró). No Brasileiro de Rally Cross Country, Enrico Amarante confirmou as taças da classificação geral dos UTVs e da UTV Pró, o que aumentou ainda mais a extensa lista de títulos da Can-Am desde que os UTVs foram introduzidos nas competições nacionais (confira abaixo).

“Depois dos primeiros modelos Turbo de fábrica, a Can-Am voltou a elevar a categoria dos UTVs ao próximo nível. O lançamento para 2017 é o Can-Am Maverick X3, que possui três versões e o que há de mais inovador em termos de controle, conforto e potência”, concluiu Alves. De acordo com rigorosos testes internos, a máquina de 154 HP chega de zero a 85km/h em apenas 4.9 segundos, impulsionada pelo motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax com turbo e intercooler.

Veja a galeria de títulos da família de UTVs Can-Am Maverick no Rally dos Sertões e nos campeonatos nacionais:

2016

Rally dos Sertões

Categoria UTV – Geral
Bruno Sperancini/Breno Rezende – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Super Production
Bruno Sperancini/Breno Rezende – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Pró
Gabriel Varela/Gabriel Morales – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Baja

Categoria UTV – Geral
Gabriel Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Turbo
Gabriel Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Pró
DENINHO CASARINI – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Categoria UTV – Geral
Enrico Amarante – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Pró
Enrico Amarante – Can-Am Maverick Xds Turbo

2015

Rally dos Sertões

Categoria UTV – Geral
Bruno Sperancini/Lourival Roldan – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Turbo
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Baja

Classe UTV Pró
Rodrigo Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Classe UTV Turbo
Dimas de Melo Pimenta III – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Classe UTV Turbo
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick Xds Turbo

2014

Rally dos Sertões

Categoria UTV
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Categoria UTV
Bruno Sperancini – Can-Am Maverick

2013

Rally dos Sertões

Categoria UTV
Carlo Collet/Marcos Lara – Can-Am Maverick

A Equipe Casarini Racing também oferece o seu know-how na preparação de veículos off-road (quadriciclos e UTVs), incluindo reforço de chassi, suspensão, motorização e muito mais.

Venha conversar conosco e visite nossa oficina.


Deninho comemora 1º lugar no Rally da Ilha, etapa do Brasileiro de Rally Baja. Foto: Doni Castilho

DENINHO CASARINI – DA ÁGUA PRA TERRA

Matéria publicada na Revista Dirt Action – edição #256 de janeiro/2017. Ele é filho de outro grande nome do motociclismo nacional, Denisio Casarini, um dos pioneiros no esporte, tanto na motovelocidade como…

Matéria publicada na Revista Dirt Action – edição #256 de janeiro/2017.

Ele é filho de outro grande nome do motociclismo nacional, Denisio Casarini, um dos pioneiros no esporte, tanto na motovelocidade como no motocross. Com DNA de campeão, Denisio Casarini Filho começou a competir com motos aquáticas, e como o pai fez no motociclismo, acumulou títulos: 20 nacionais e três mundiais. Depois de anos competindo na água, Deninho decidiu tentar uma modalidade totalmente diferente. Ele partiu para a terra, mais precisamente para o rali, pilotando UTV, e nesta temporada garantiu dois títulos nacionais. Além do sucesso como competidor, Deninho é empresário nesses dois segmentos, sendo representante de grandes marcas, como Sea-Doo, onde é o líder do mercado, Can-Am, Polaris e, mais recentemente, Kawasaki. Conversamos com ele no final do ano e falamos sobre sua carreira na água e na terra, sua vida como empresário nesses dois segmentos e sobre outros assuntos. Conheça mais sobre esse multicampeão.

DENINHO CASARINI - Da água pra terra.

DENINHO CASARINI – Da água pra terra. Foto: Idário Café

Texto: CELESTINO FLAIRE JR. Foto: IDÁRIO CAFÉ

Dirt Action – Você teve uma grande carreira nas motos aquáticas, conquistando títulos nacionais e mundiais, e depois decidiu competir no rali, acelerando um UTV. Como foi essa transição?
Deninho Casarini – Desde pequeno eu ando de “jet-ski”, e competir foi algo normal para mim. Durante esses anos participando de provas nesse segmento, acumulei títulos nacionais e fui três vezes campeão mundial. Minha família trabalhava com esse produto, e foi natural competir no segmento. Como trabalhávamos com a BRP, com os jets, e ela também tinha produtos da marca Can-Am, de veículos UTV e ATV, foi normal a nossa empresa passar a trabalhar nesse setor. Acabei passando a pilotar um UTV, e rapidamente comecei a competir, sem grandes pretensões no início. Mas já no primeiro ano correndo, em 2013, fui vice-campeão brasileiro, com um ponto atrás do campeão. Precisei de dois anos para entender o que é preciso para competir na modalidade. No rali é preciso ter um equipamento que suporte provas de longa duração e o piloto precisa ser mais consistente. Acabei tento muitos problemas com os UTVs aspirados e depois com os turbinados. Mas tudo isso foi fundamental para entender como é o rali, e isso foi fundamental para a temporada 2016, quando conquistei títulos nacionais de forma antecipada.

DA – Como foi a última temporada? Quais foram as maiores dificuldades durante o ano?
DC – Durante toda a temporada nós tivemos que competir com grandes nomes da modalidade, como Mauricio Neves, todos os filhos do Reinaldo Varella, Danilo Nascimento e outros. Muitos vieram das motos e tinham experiência na modalidade, e a categoria UTV apresentou muitos participantes, mais de 40 inscritos em média. Então, nada foi fácil durante todo o ano. Não fui o mais rápido nas provas, mas procurei ser o mais constante, sempre pensando nos campeonatos. E sempre estive entre os ponteiros, conquistando pontos importantes para disputar o título. Faltando ainda duas etapas para o final da temporada, consegui garantir o título no Brasileiro de Rally Baja e no Brasileiro de Rally de Cross Country. Tendo vantagem significativa, nas provas finais procurei andar de forma conservadora, para não arriscar o título. Já meus oponentes precisaram andar rápido para tentar tirar minha vantagem e, com isso, alguns bateram e outros caíram. No final, mantive a liderança e conquistei o título.

DA – Você comentou sobre o grande número de participantes na categoria UTV em ralis, sinal que o brasileiro vem se identificando com a modalidade. Como vê o futuro da categoria?
DC – O UTV dá um prazer enorme, diferente do carro, apesar deste também ser um veículo de quatro rodas. Você pilota um UTV como se fosse um carro, mas ele possui uma grande suspensão, permitindo realizar grandes saltos, como em uma motocicleta. Então, você tem o prazer do carro e a adrenalina de uma motocicleta, só que com mais segurança. Penso que a tendência é o esporte crescer a cada ano. Nos últimos anos que competia de jet, aproximadamente com 30 anos, não me sentia mais à vontade na modalidade e buscava outros desafios, mais seguros, e o UTV caiu perfeitamente na minha vida. No primeiro ano eu não levei o esporte muito a sério, procurei me divertir muito mais do que competir. Mas isso mudou logo nas primeiras provas, pois senti um grande prazer em competir com o UTV no rali, e com o tempo fui entendendo como tudo funciona. O UTV gera uma adrenalina alta mas com muita segurança, e o piloto consegue participar sozinho ou com um companheiro. E se você comparar com corridas de carro, as de UTV podem ser consideradas baratas, de baixo custo.

DA – Aproveitando que falou de custos, é caro competir com um UTV em um rali?
DC – Quando o UTV foi criado, ele não era um veículo de competição, mas de lazer e trabalho off-road. Mas as fábricas Can-Am e Polaris passaram a oferecer seus produtos cada vez com mais peças especiais, e hoje podemos dizer que eles já vêm prontos para competir, devido à qualidade dos componentes que possuem. A Can-Am lançou recentemente o Maverick X3 e a Polaris, o 170 novo, veículos com 170 cavalos e apenas 500 quilos, com suspensões absurdas e muito eficientes, muito próximas dos veículos que competem no Dakar. Então, você não precisa realizar muitas mudanças no produto original.

DA – Além de piloto você também é empresário do setor. Como faz para conciliar essas duas tarefas que exigem muito tempo e dedicação?
DC – Na verdade, tenho momentos em que preciso me concentrar totalmente nos negócios, mas sei que quando estou competindo, preciso estar 100% concentrado na prova. Depois de uma semana cuidando dos negócios, quando chega a quinta ou sexta-feira de um final de semana de prova, consigo desligar a “chave” de empresário e me concentrar e me dedicar à prova, para ter um bom resultado. Claro que uma pessoa mais jovem do que eu, com uns dez anos a menos, tem como dedicar mais tempo à competição e arriscar mais. Eu não tenho essa possibilidade, preciso buscar bons resultados de forma conservadora. Sei que um piloto mais agressivo vai andar rápido em uma prova, mas o risco de errar ainda no início de um rali é grande. Com a idade vem a conscientização, a maturidade, e é isso que preciso ter quando estou competindo. E preciso me desligar dos negócios para me concentrar nas provas e não cometer erros. No rali você precisa correr com “reserva”, para poder chegar em boa posição no final da prova. Você pode perceber que os grandes pilotos de rali são caras mais experientes, normalmente com idade superior a 30 anos, pois a modalidade exige isso. Como disse, não adianta ser rápido e agressivo em uma prova longa, pois assim talvez não chegue no fim.

DA – Tendo de cuidar de suas empresas, como acha tempo para treinar?
DC – Os campeonatos de rali apresentam muitas etapas, são quase 15 corridas na temporada. Aproveitamos essas provas para acertar o UTV e melhorar a pilotagem. Quase não é preciso treinar, você vai evoluindo com o passar das provas. Claro que isso não é o ideal – ter tempo para acertar o UTV e treinar é essencial –, mas esse esporte me não permite isso. Mesmo assim, conseguimos desenvolver um grande veículo, e posso dizer que o nosso é um dos melhores no rali. Ele é desenvolvido aqui mesmo, em nossa oficina, sem nenhum técnico. Eu mesmo tenho muito conhecimento de mecânica e aproveito disso. Tenho certeza que o nosso UTV é um dos melhores nas provas. E o mérito é nosso. Vamos desenvolvendo o veículo aos poucos, e isso é muito importante para a nossa equipe, pois o ele precisa terminar as provas.

DA – Vamos falar um pouco sobre os campeonatos brasileiros. Como vê os eventos nacionais?
Algo precisa mudar?
DC – Participamos dos campeonatos brasileiros de Rally Baja e Rally Cross Country, e diferentemente de outras modalidades, possuem promotores diferentes, de provas tradicionais do calendário nacional. Isso traz uma certa rivalidade, cada um buscando realizar uma prova melhor do que a do outro. Essa rivalidade torna os eventos bem realizados. Ao mesmo tempo, apesar de suas respectiva responsabilidades, eles acabam se ajudando mutuamente. É comum você ver o promotor de uma prova em outra prova, e isso não acontece em outras modalidades, onde a rivalidade não contribui para o esporte. Claro que os promotores têm passado por dificuldades, em grande parte pela crise econômica no País, afinal de contas são empresas, e todos têm dificuldades na busca de patrocinadores. Mesmo assim, eles estão fazendo provas de qualidade e com segurança.

DA – Aproveitando o assunto patrocinadores, com quem você contou na temporada passada?
DC – Hoje contamos com o apoio da Motul e Can-Am, que me cede metade das peças que utilizo na temporada, além de dois UTVs para o ano. Tenho também apoio da Dopamina, um enérgico novo, dos antigos donos da Itaipava. Ele tem composição moderna e nova fórmula. A Dopamina selecionou alguns atletas para divulgar o novo produto e acabei fazendo uma parceria com ela. Tenho certeza que esse produto terá um grande sucesso. E, claro, tenho suporte de nossas empresas que trabalham nesse segmento, pois a participação em provas também contribui na divulgação.

Deninho comemora 1º lugar no Rally da Ilha, etapa do Brasileiro de Rally Baja. Foto: Doni Castilho

Deninho comemora 1º lugar no Rally da Ilha, etapa do Brasileiro de Rally Baja. Foto: Doni Castilho


Denisio Casarini - Uma lenda do Motociclismo. Fonte: Revista Moto Action #113

DENISIO CASARINI – UMA LENDA DO MOTOCICLISMO

Matéria publicada na Revista Moto Action – edição #113 de janeiro/2017. Denisio Casarini é um dos pioneiros do motociclismo nacional e correu em uma época em que a paixão pelo…

Matéria publicada na Revista Moto Action – edição #113 de janeiro/2017.

Denisio Casarini é um dos pioneiros do motociclismo nacional e correu em uma época em que a paixão pelo esporte era maior e que o talento era superior às máquinas, bem diferente da atualidade. Dividiu as pistas com grandes nomes do esporte internacional, como Steve Baker e Johnny Cecotto, e mesmo com equipamentos inferiores, nunca se deixou intimidar.

DENISIO CASARINI UMA LENDA DO MOTOCICLISMO

DENISIO CASARINI – UMA LENDA DO MOTOCICLISMO. Foto: Idário Café

Texto: CELESTINO FLAIRE JR. Foto: IDÁRIO CAFÉ

Sua história daria um livro com centenas de páginas e ele tem prazer em contá-la, tanto que essa entrevista, incialmente prevista para durar alguns minutos, se transformou numa conversa de quase três horas. Posso dizer que foram momentos emocionantes, por tudo o que esse pioneiro passou e pelas dificuldades e desafios que a época oferecia aos amantes do motociclismo brasileiro. Acompanhe essa conversa com esta lenda viva do esporte nacional, que começou com aquele desejo de ter uma motocicleta e, quando isso aconteceu, o projetou para o mundo maravilhoso das competiç ões. Para resumir sua vida e carreira seriam necessárias várias edições da Motoaction, mas procuramos fazer um apanhado de suas aventuras, conquistas e decepções, como da época que estava preparado para correr no Mundial de Motovelocidade, mas com circunstâncias não lhe permitiram realizar esse sonho. Venha com a gente conhecer mais sobre esse grande piloto que se tornou um grande empresário e que até hoje não dispensa a sua motocicleta para cruzar a grande cidade de São Paulo. Com vocês, Casarini, um nome que ainda transmite respeito e paixão, tanto no esporte como no mundo dos negócios.

MA – Você é um dos pioneiros do motociclismo nacional, em uma época de glamour e de
muitos desafios. Poderia fazer um resumo de como chegou às competições?

DENISIO – Como todo garoto, ainda pequeno tinha minha bicicleta, mas sempre acompanhava uma turma que tinha idades superiores à minha e andava com motos de 50 cilindradas. Na época, a gente chamava de motonetas, e sempre me chamaram a atenção. Puch, Leonette, Italjet, Minarelli e “Javinha” (Jawa). Demorou para ter uma dessas, pois era o mais novo da turma. Cheguei atrasado, mas cheguei! Aos 13 anos, meu pai me deu uma Leonette, fabricada em Caxias do Sul (RS), com motor Jawa de 50 cc. O Mappin, na época uma gigante do comércio nacional, a vendia. Claro que os modelos importados dessa categoria eram o sonho de consumo de qualquer amante das duas rodas. As que mais vendiam era a Mòndial, que tinha representante no Brasil, e a Italjet – o Luiz Latorre era o representante dessa marca. Eu não era diferente e tinha o sonho de ter um desses modelos, mas infelizmente isso não aconteceu. Só agora, depois de tantos anos, acabei adquirindo uma Italjet ano 1964, um colírio para os olhos! Voltando aos jovens e suas motos, passou a ser comum os pegas entre nós nas ruas, e logo passamos a ver as corridas de motos em Interlagos (Autódromo José Carlos Pace). Tudo era menor naquela época, bem diferente do esporte atual, que ganhou proporções gigantescas. Não demorou para eu ficar amigo dos Carmona – família tradicional da motovelocidade no passado – e do Edgard Soares, entre outros que atuavam no motociclismo. Com essas amizades, não demorei para entrar no esporte. Minha primeira corrida foi com o Felipe Carmona, o Rei das Motocicletas, nas 500 Milhas de 1970, com uma NSU 250 apelidada de “monstrinho” e que durante a prova nos deu diversos problemas. Terminamos nas últimas posições. Isso me motivou e comecei a correr na categoria estreante com uma Yamaha 180. No ano seguinte, corri novamente na prova da minha estreia, dessa vez com o “Tucano” (Walter Barchi) e com uma Ducati 250 que foi comprada por ele e um amigo. Chegamos a liderar a prova, mas perdemos para os japoneses que a Yamaha trouxe para a prova, para correr com uma TR2B 350 cc (2T). Finalizamos em segundo. Com esse bom resultado, a Yamaha se interessou por nós e acabamos arrumando emprego na fábrica e também para representar a marca nas corridas. Foi uma época muito boa. Depois de alguns anos, acabamos nos estabelecendo como concessionários da marca; depois me transferi para a Honda, marca pela qual eu também corri, até os anos 1980. Tinha casado, logo tive filhos e passei a me dedicar também aos negócios, mas sem deixar de lado as motocicletas. Até hoje eu piloto uma.

MA – Durante esses anos competindo, quais foram suas principais conquistas?

DC – Foram anos emocionantes. Bem diferente de hoje, tudo era mais glamoroso. Tive a oportunidade de conquistar praticamente tudo que corri. Inclusive, os pilotos naquele início não corriam somente de motovelocidade. O motocross também estava acontecendo no Brasil, e a gente praticava também essa modalidade. Entre os eventos conquistados, vencemos as 24 Horas do Brasil em 1974 e fui campeão de motocross, antes mesmo dos primeiros campeonatos brasileiros da modalidade. As provas daquela época marcaram a história do motociclismo nacional. Ter uma motocicleta era algo luxuoso, para poucos. Para comprar uma era preciso ter poder financeiro. Éramos jovens que amavam a velocidade, e as corridas eram muito divulgadas, inclusive nos jornais, na primeira página! Parei com as motos em 1980, mas nunca deixei de competir. De lá pra cá, participei de provas de carros. Inclusive, competi em um campeonato de carros clássicos, a Classic Cup, no ano passado e fui campeão. Então, a vontade de competir dura muitos anos, sempre com motor e rodas.

MA – Ainda sobre competições, você teve a oportunidade de correr no exterior?

DC – Em 1974 surgiu uma grande oportunidade na minha carreira. Tudo estava acertado para correr no Mundial de Motovelocidade, na categoria 350. Tinha um grande patrocinador, a Bardahl, mas os recursos eram limitados se comparado com os das outras equipes do campeonato. Mesmo assim eu estava animado, determinado e muito confiante em obter bons resultados. Infelizmente, antes de me transferir para a Europa, na última corrida que fiz no Brasil – era numa prova internacional, onde poderia me sobressair e ir para o Mundial com prestígio –, acabei caindo na curva 1 de Interlagos, em virtude de um problema na minha motocicleta, e fraturei o braço. A recuperação foi longa, mais de um ano, e com isso perdi o “time” dessa oportunidade de competir no Mundial. Paralelamente a esse acontecimento, acabei me casando, um filho chegando, e comprei um apartamento de um amigo. Assinei um contrato de compra para pagar durante mais de 20 anos (risos)! Então, tudo isso me fez perder o “time” de correr fora. Mesmo assim, participei de provas fora do Brasil, como em Bol d’Or, no Mundial de 750 e em Daytona, nos Estados Unidos. E tanto fora como aqui, competi com grandes pilotos internacionais. E conseguia andar junto deles, mesmo com motocicletas inferiores às dos ponteiros. Isso me mostrou que poderia acompanhar os pilotos internacionais de nível. Só como exemplo, posso citar minhas disputas com uma fera do motociclismo da época, o venezuelano Johnny Cecotto. Andávamos juntos, no Brasil e no exterior. Andei com ele no Japão, foi uma grande disputa, e com uma moto inferior eu andei na frente! Outro grande piloto com quem andei lá fora e consegui andar junto foi o americano Steve Baker. Sempre acompanhei esses caras, claro que precisava de mais experiência e de um equipamento melhor, mas tinha certeza que poderia ter bons resultados no Mundial. Eu tinha potencial. Você tem que começar “meio maluco” e depois vai se adequando à uma tocada mais precisa. É como esse garoto da Fórmula 1, o Max Verstappen. Ele é maluco, mas daqui a pouco se ajusta, e tem tudo para ser campeão. Hoje ele ainda passa a linha do limite. Eu era assim naquela época, mas iria me ajustar e os resultados chegariam. No entanto, muitas coisas aconteceram para que eu perdesse a chance de competir no Mundial.

MA – Falando sobre pilotos, quem foram seus grandes adversários nos campeonatos regionais e nacionais?

DC – Tinha dois caras no Brasil que andavam juntos, Tucano e Edmar Ferreira, além do Adu Celso, que já fazia o Mundial. Esses pilotos tinham pegadas iguais. Depois vieram outros caras com talento, mas andei pouco com eles. Mas os que citei eram os caras que eu tinha que bater. Tínhamos uma grande amizade, mas dentro da pista era cada um por si e ninguém queira perder. Era uma época com grandes disputas, grandes pegas, um apertando o outro. A pista chegava a ficar estreita em algumas disputas. Era assim, ninguém tirava a mão. Talvez era por isso que a gente se machucava mais do que esses caras de hoje. Sem contar as motocicletas, que atualmente quase andam sozinhas. Na minha época, você tinha que tirar o máximo do equipamento. Claro que andei com boas motocicletas, mas eram bem distantes das motos dos estrangeiros, e a gente não se intimidava quando corria com eles. Realmente foi uma época de ouro, de muito glamour, e fico feliz por ter feito parte desse momento do motociclismo nacional.

MA – Você comentou sobre a sua experiência no motocross também. Como foi correr nessa modalidade?

DC – Como disse, naquele começo a gente andava de motovelocidade e de motocross. Tive a oportunidade vencer o campeonato em 1974. Como disse, ainda não era o Brasileiro, mas corria com os caras mais rápidos da época. Tinha que correr com caras durões, como o Nivanor Bernardi, que era realmente um touro. Não era nada fácil competir com ele e às vezes eu tinha que fazer alguma sacanagem (risos). Tivemos alguns momentos de discussões também, e até trocamos socos, o que era comum na época. Nivanor era um cara durão, forte. Certa época nós chegamos a correr juntos pela Yamaha, mas não estava dando certo e cheguei a falar para o pessoal que era melhor ele ser piloto de motocross e eu me dedicar à motovelocidade. Não foi fácil desistir do motocross, afinal de contas as motos novinhas da Yamaha estavam disponíveis. Mas achei que seria melhor cada um competir em uma modalidade, e o Nivanor se deu bem, acabou crescendo na categoria, foi campeão brasileiro e latino-americano e venceu muitos outros campeonatos. Não tinha ninguém pra ele. Só depois surgiram outros pilotos de nível, como o Moronguinho (Pedro Bernardo Raimundo), entre outros. Decidi ficar só na velocidade, pois além dos pilotos que estavam surgindo, as pistas eram bem judiadas, quase um asfalto, e vivia me lesionando, o que prejudicava na motovelocidade. Foram esses fatores que me fizeram desistir do motocross.

MA – Você comentou que, paralelo ao sucesso no motociclismo, passou a ser empresário do setor. Fale um pouco sobre essa atividade.

DC – Em 1996, encerrei as atividades com a Honda nas motocicletas, pois decidi entrar na linha de automóveis leves, com a Asia Motors, coligada da Kia. Trabalhei com ela até 2000, quando a empresa encerrou suas atividades no Brasil. Acabei indo para o ramo de produtos para atividades aquáticas, pois tinha barco e meus filhos eram novos e já andavam com motos aquáticas. Eles decidiram competir e, como não pretendia deixá-los correr com motocicletas, pois tive tantas lesões que já perdi a conta,
eles seguiram carreira nas provas de motos aquáticas. Para sermos competitivos, foi quase uma consequência migrar os negócios para esse segmento. Tinha um espaço enorme utilizado para o negócio de carros, e passamos a usá-lo como oficina para preparar as motos aquáticas. Isso nos motivou a trabalhar no segmento. O Deninho (Denisio Casarini Jr.) foi o grande incentivador disso, e quando percebemos já estávamos trabalhando no setor, vendendo produtos da Sea-Doo. Decidimos, então, conquistar esse mercado interessante. Já são 12 anos atuando e somos líder do segmento. Temos três lojas, sendo duas na cidade de São Paulo e outra em Guarujá. Com a crise instalada no Brasil, houve a retração do mercado e decidimos ampliar nossas atividades, passando a dividir a operação com outros produtos, como os ATVs e UTVs da Can-Am e Polaris. E, posteriormente, com motocicletas da marca Kawasaki, todos na Avenida dos Bandeirantes, na cidade de São Paulo. Dando continuidade em nossa ampliação de negócios, a partir de 2016 iniciamos as atividades com as marcas Mitsubishi e Suzuki. O Deninho continua nos negócios de motos, ATVs e UTVs e eu parto novamente para o segmento de carros.

MA – Você comentou que essa paixão pelas competições passou para o seu filho Deninho, que acumulou diversos títulos na água e agora compete no off-road…

DC – Realmente, o Deninho sempre foi muito competitivo, desde pequeno. Competindo durante muitos anos com motos aquáticas, conquistou diversos títulos nacionais e mundiais. E nos últimos anos decidiu competir no off-road com UTV, onde também tem conquistado títulos nacionais. Fico feliz por ele, que sempre foi um garoto dedicado e muito competitivo. Acompanhar sua carreira na água e na terra tem sido gratificante. É minha grande inspiração, tudo que faço é pensando nele. Tenho certeza que meus investimentos com ele foram certos, tanto nas competições, por tudo que ela já me proporcionou, como nos negócios. Ele tem mais vontade, mais determinação nas competições, vibra mais do que eu e se sai bem em tudo o que faz. Troféus não lhe faltam e segue o mesmo no off-road, sempre determinado.
Eu vou continuar correndo com carros clássicos. Tenho 66 anos e não dá para fazer nada agressivo. Mas o que me empolga é que ele sempre está a mil por hora, nas corridas e nos negócios. Dou todo o aval para ele, o admiro e o respeito no esporte e nos negócios. Afinal de contas, somos amadores, competindo com recursos próprios, e ainda continuamos vencendo, tanto ele como eu, o que me deixa muito feliz. O importante é que somos campeões nas provas e também nos negócios. Sempre nos destacamos nos ATVs e UTVs, e agora estamos atuando forte nas motos, com a Kawasaki, onde já somos a terceira concessionária em número de negócios. Portanto, tudo me deixa muito feliz. Tenho uma grande admiração e respeito pelo Deninho, que aos poucos vai assumindo completamente esses negócios.

MA – Já que estamos falando de negócios, como estão enfrentando os desafios que o mercado tem apresentado?

DC – Com a nova situação econômica e política brasileira, que trouxeram queda nas vendas, os negócios ficaram mais enxutos. A queda proporciona dificuldades no equilíbrio das contas e, portanto, é preciso enxugar o custo operacional. As despesas são as mesmas, como aluguel e impostos, mas as vendas são outras. Estamos readequando nossos negócios para nos mantermos no mercado. É um desafio que todas as empresas estão sendo obrigadas a enfrentar, não somos diferentes.

MA – Mesmo competindo esporadicamente com carros, você ainda anda de motocicleta?

DC – Na verdade, eu não consigo andar de carro na cidade de São Paulo. Utilizo a motocicleta todos os dias. Agora tenho uma Indian Scout, pois sou representante da marca Polaris, e a marca americana Indian faz parte do grupo. Consequentemente, adquiri a Scout. Andar de carro no trânsito de uma metrópole como São Paulo faz você se aborrecer toda hora. Quem está acostumado a andar de moto não consegue andar de carro, só de moto! •

Denisio Casarini - Uma lenda do Motociclismo. Fonte: Revista Moto Action #113

Denisio Casarini – Uma lenda do Motociclismo. Fonte: Revista Moto Action #113


1ª Copa UTV Dopamina faz história com desafio de 6 horas no interior paulista

Os UTVs formam a categoria mais democrática do off-road. Conquistaram os pilotos de moto por trazer vento no rosto e aquele contato indescritível com o ambiente da corrida, além de…

Os UTVs formam a categoria mais democrática do off-road. Conquistaram os pilotos de moto por trazer vento no rosto e aquele contato indescritível com o ambiente da corrida, além de mais segurança. E viraram febre entre os fãs de carro não só pelas quatro rodas, mas pela pilotagem divertida e possibilidades de preparação.
Fonte: Revista Dirt Action

Largada da 1ª Copa Dopamina UTV

Largada da 1ª Copa Dopamina UTV. Foto: Sergio Ruiz

A história dos UTVs nas competições do Brasil começou em 2012, quando foram introduzidos nos campeonatos nacionais de rali cross country e baja. Quatro anos depois, a categoria escreve novo capítulo ao avançar para as pistas fechadas de terra. A 1ª Copa UTV Dopamina foi um marco e estreou em grande estilo no calendário nacional, com seis horas de disputas ininterruptas no autódromo Valdemar Fragnani, em Cordeirópolis (SP), no dia 23 de outubro.

A ideia de realizar um torneio para UTVs no formato Endurance surgiu em um papo entre Reinaldo Varela, que possui três títulos mundiais de rali cross country nos carros, e Deninho Casarini, campeão brasileiro de rali baja 2016, na classe UTV Pró. “A ideia foi agregar os pilotos da nossa e das outras categorias para o desenvolvimento dos UTVs, que cada vez ganha mais adeptos”, contou Casarini.

Em clima de confraternização, o evento teve patrocínio da Dopamina Mindful Drink e apoio das principais fabricantes de UTVs, a Polaris e a Can-Am, por meio da concessionária Casarini/BRP. O grid reuniu 20 veículos e pilotos renomados do off-road, os quais se revezaram na pista em duplas ou trios. Após um verdadeiro teste de resistência para homens e máquinas, com direito a ultrapassagens eletrizantes e rodas saindo do chão, a dupla de Reinaldo Varela e seu filho Gabriel foi o grande destaque.

Eles venceram a categoria UTV Turbo, a bordo do Can-Am Maverick Turbo, e ainda levaram o troféu Fita Azul, para o veículo mais rápido da prova. “Andamos em sintonia, como um ‘relógio’, dentro das estratégias de abastecimento e de revezamento que traçamos. O evento superou todas as expectativas e foi um verdadeiro sucesso, ainda melhor do que podíamos imaginar”, analisou Reinaldo.

Na classe UTV Aspirado, André Hort e Otávio Hort Filho foram os vencedores com o Polaris RZR. O torneio ainda teve a Over 50, na qual Denisio Casarini e Paulo “Loco” Figueiredo (Polaris RZR Turbo) conquistaram o título. “A categoria dos UTVs mostrou a sua força. O balanço foi muito positivo e vamos realizar outra corrida em breve, no início de 2017”, anunciou Paulino Alvarez, o “Kilha”, da Anema, responsável pela organização.

EXEMPLO DE SUPERAÇÃO – Quem viu Daniel Piccolomini, 34 anos, pilotando na Copa UTV Dopamina, nunca poderia imaginar que ele também precisa de rodas para se locomover. Cadeirante desde 1999, quando sofreu uma queda grave treinando motocross em Serra Negra (SP), o paulista retornou às competições com um UTV Can-Am Maverick Turbo adaptado.

“Tive dois pulmões perfurados e sete costelas quebradas, além de fratura na coluna. Foram 37 dias de UTI, posso dizer que nasci de novo. Estou muito feliz em retornar às provas e sinto bastante segurança no UTV, que na Copa Dopamina teve os pedais para o meu parceiro e as alavancas
adaptadas na mão, similares aos comandos dos carros de passeio adaptados”,
explicou Piccolomini.

Ele e Ingrem Polycarpo conquistaram o 3º lugar na classe UTV Turbo. Pelo visto, o pódio da Copa UTV Dopamina 2017 vai precisar novamente de rampa.

TROFÉU FITA AZUL (MAIS RÁPIDO DA PROVA)
1. Gabriel Varela / Reinaldo Varela (Can-Am Maverick Turbo)

CATEGORIA UTV TURBO
1. Gabriel Varela / Reinaldo Varela (Can-Am Maverick Turbo)
2. Nuno Fojo / Rodrigo Cordaro / Renato Meimberg (Polaris RZR Turbo)
3. Daniel Piccolomini / Ingrem Polycarpo (Can-Am Maverick Turbo)
4. Deninho Casarini /Felipe T. Casarini / Pedro Queirolo (Can-Am Maverick Turbo)
5. Cristiano Batista / Otávio Souza (Polaris RZR Turbo)
6. Bruno Varela / Gustavo Xavier “Tatá” (Polaris RZR Turbo)
7. Rodrigo Varela / Marcos Baumgart (Can-Am Maverick Turbo)
8. Dimas Pimenta III / Rodrigo Dimas (Can-Am Maverick Turbo)
9. Osman Didi / Guilherme Costa (Polaris RZR Turbo)
10. Lucas Barroso / Riamburgo Ximenez (Can-Am Maverick Turbo)

CATEGORIA UTV ASPIRADO
1. André Hort / Otávio Hort Filho (Polaris RZR)
2. Glberto Mayorga / Ricardo Mayorga (Can-Am Maverick)
3. Marcelo Mistrorigo / Marcelo Rigoni (Can-Am Maverick)
4. Edson Nole / Erick Donatto (Polaris RZR)
5. Nelson Morata / Frederico Macedo (Can-Am Maverick)
6. Tomas di Mase / Guilherme di Mase (Polaris RZR)
7. Roberto Sampaio / Carlos Miche (Can-Am Maverick)

CATEGORIA OVER 50
1. Denisio Casarini / Paulo Figueiredo (Polaris RZR Turbo)
2. Reinaldo Cangueiro / José Luiz Camata (Can-Am Maverick)
3. Wilson Machado / Celso Machado (Can-Am Maverick Turbo)


Pilotos Can-Am confirmam três títulos no Brasileiro de Rally Baja

A temporada do Campeonato Brasileiro de Rally Baja não acabou, mas a Can-Am já garantiu domínio entre os UTVs. Fonte: Mundo Press Deninho Casarini (à esq.) e Gabriel Varela comemoram…

A temporada do Campeonato Brasileiro de Rally Baja não acabou, mas a Can-Am já garantiu domínio entre os UTVs.
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini (à esq.) e Gabriel Varela comemoram títulos com o UTV Can-Am Maverick Xds Turbo no Brasileiro de Rally Baja Crédito: Divulgação

O Rally Rota Sudeste, válido como 11ª e 12ª etapas da competição, teve fim neste domingo (6) em São Manuel-SP e consagrou os pilotos da marca canadense como os grandes campeões. A bordo do Can-Am Maverick Xds Turbo, Gabriel Varela e Deninho Casarini confirmaram os títulos das classes UTV Turbo e UTV Pró, respectivamente. A dupla ainda ficou isolada na ponta da classificação geral dos UTVs e irá decidir a taça na final, dia 10 de dezembro, no Rally dos Amigos.
“Estou muito feliz”, disse Varela, que possui dois títulos nacionais de Rally Baja entre os quadriciclos. “O ano passado foi de muito aprendizado, já que fiz a minha estreia na categoria, e agora conseguimos realizar um trabalho perfeito. Deu para ver que ‘peguei a mão’ dos UTVs”, brincou o piloto. Ele ainda venceu o Rally Rota Sudeste. “Foi a oitava vitória seguida no Brasileiro de Rally Baja. Os resultados mostram que o Can-Am Maverick Xds Turbo encara qualquer tipo de terreno e traz todos os componentes de um off-road de verdade.”

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Xds Turbo no Rally Rota Sudeste 2016 Crédito: Luciano Santos/DFotos

O título da UTV Pró representa a primeira conquista de Casarini no Brasileiro de Rally Baja. Há quatro anos, o piloto tricampeão mundial de motos aquáticas assumiu novo desafio no esporte. “Fui vice-campeão brasileiro em 2013 e, desde então, venho aprendendo e batalhando para conquistar esse título. O rally foi um desafio totalmente novo, a felicidade é grande pela conquista. Para completar, o Can-Am Maverick Xds Turbo foi perfeito e extremamente consistente”, concluiu.

A 10ª edição do Rally Rota Sudeste contou com o patrocínio da Can-Am e ainda envolveu categorias para quadriciclos, motos, carros e caminhões. Foram percorridos 250 quilômetros de trechos cronometrados, além de 82 km de deslocamentos, em dois dias de prova.

Resultados extra-oficiais – Rally Rota Sudeste
1º – Gabriel Varela – 3:29:38 – Can-Am Maverick Xds Turbo

2º – Maurício Neves – 3:30:29
3º – Daniel Costa – 3:30:42
4º – Bruno Varela – 3:31:53
5º – Wilker Campos – 3:40:55 – Can-Am Maverick Turbo
6º – Deninho Casarini – 3:41:29 – Can-Am Maverick Xds Turbo
7º – Valdir Aparecido do Amaral – 3:41:29 – Can-Am Maverick Turbo


1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas

A 1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas e grid de alto nível técnico neste fim de semana (22 e 23). Fonte: Mundo Press O desafio terá seis horas ininterruptas…

A 1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas e grid de alto nível técnico neste fim de semana (22 e 23).
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni

O desafio terá seis horas ininterruptas de muita velocidade no circuito off-road do autódromo Valdemar Fragnani, em Cordeirópolis, interior paulista. Em duplas ou trios, os pilotos estarão divididos nas categorias UTV Aspirado, UTV Turbo e UTV Over 50 – sempre de olho no troféu “Fita Azul”, para o veículo mais rápido da prova.

“O formato do evento é sucesso no mundo todo e a pista do autódromo tem nível internacional. A ideia é agregar os pilotos da nossa e das outras categorias para o desenvolvimento dos UTVs, que cada vez ganha mais adeptos”, contou Deninho Casarini, idealizador do evento ao lado do piloto Reinaldo Varela. “A expectativa é de que haja 30 veículos inscritos, com pilotos de várias idades e regiões. Será um fim de semana muito divertido, uma grande festa”, continuou Casarini. Ele fará dupla com Pedro Queirolo a bordo do Can-Am Maverick Turbo.

Outro piloto experiente, o português Nuno Fojo está confirmado no desafio com Rodrigo Cordaro e Renato Meinberg. O trio acelera o Polaris RZR Turbo. “As duas primeiras horas de prova serão importantes para saber quem vai se manter na corrida. Outro fator preponderante será cuidar dos equipamentos, já que a prova é muito longa. A nossa estratégia será dosar a velocidade no início para depois usar toda a potência que o UTV oferece”, concluiu Fojo.

A 1ª Copa UTV Dopamina é patrocinada por Dopamina Mindful Drink e tem o apoio de Casarini BRP/Can-Am além de organização da Anema.

Programação – 1ª Copa UTV Dopamina
Sábado, 22 de outubro

Das 8h às 8h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Over 50
Das 8h30 às 9h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Aspirado
Das 9h30 às 10h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Turbo
11h – Briefing
Das 12h às 14h – Treinos livres para todas as categorias
Das 14h30 às 15h – Treino classificatório / Categoria Over 50
Das 15h15 às 15h45 – Treino classificatório / Categoria Aspirado
Das 16h às 16h30 – Treino classificatório / Categoria Turbo
17h30 – Encontro de confraternização e jantar

Domingo, 23 de outubro
Das 8h às 9h – Warm up obrigatório para todas as categorias
9h45 – Alinhamento para a largada
10h – Largada
16h – Término da corrida seguido de pódio.


1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas

A 1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas e grid de alto nível técnico neste fim de semana (22 e 23). Fonte: Mundo Press O desafio terá seis horas ininterruptas…

A 1ª Copa UTV Dopamina promete disputas acirradas e grid de alto nível técnico neste fim de semana (22 e 23).
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni

O desafio terá seis horas ininterruptas de muita velocidade no circuito off-road do autódromo Valdemar Fragnani, em Cordeirópolis, interior paulista. Em duplas ou trios, os pilotos estarão divididos nas categorias UTV Aspirado, UTV Turbo e UTV Over 50 – sempre de olho no troféu “Fita Azul”, para o veículo mais rápido da prova.

“O formato do evento é sucesso no mundo todo e a pista do autódromo tem nível internacional. A ideia é agregar os pilotos da nossa e das outras categorias para o desenvolvimento dos UTVs, que cada vez ganha mais adeptos”, contou Deninho Casarini, idealizador do evento ao lado do piloto Reinaldo Varela. “A expectativa é de que haja 30 veículos inscritos, com pilotos de várias idades e regiões. Será um fim de semana muito divertido, uma grande festa”, continuou Casarini. Ele fará dupla com Pedro Queirolo a bordo do Can-Am Maverick Turbo.

Outro piloto experiente, o português Nuno Fojo está confirmado no desafio com Rodrigo Cordaro e Renato Meinberg. O trio acelera o Polaris RZR Turbo. “As duas primeiras horas de prova serão importantes para saber quem vai se manter na corrida. Outro fator preponderante será cuidar dos equipamentos, já que a prova é muito longa. A nossa estratégia será dosar a velocidade no início para depois usar toda a potência que o UTV oferece”, concluiu Fojo.

A 1ª Copa UTV Dopamina é patrocinada por Dopamina Mindful Drink e tem o apoio de Casarini BRP/Can-Am além de organização da Anema.

Programação – 1ª Copa UTV Dopamina
Sábado, 22 de outubro

Das 8h às 8h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Over 50
Das 8h30 às 9h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Aspirado
Das 9h30 às 10h30 – Vistorias técnicas e de segurança / Categoria Turbo
11h – Briefing
Das 12h às 14h – Treinos livres para todas as categorias
Das 14h30 às 15h – Treino classificatório / Categoria Over 50
Das 15h15 às 15h45 – Treino classificatório / Categoria Aspirado
Das 16h às 16h30 – Treino classificatório / Categoria Turbo
17h30 – Encontro de confraternização e jantar

Domingo, 23 de outubro
Das 8h às 9h – Warm up obrigatório para todas as categorias
9h45 – Alinhamento para a largada
10h – Largada
16h – Término da corrida seguido de pódio.