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Competições

Vem aí o 1ª Copa UTV Endurence Dopamina

A primeira edição do  Copa UTV Endurence Dopamina está chegando e promete testar a resistência de veículos e competidores. A prova acontece entre os dias 22 e 23 de Outubro, na cidade de…

A primeira edição do  Copa UTV Endurence Dopamina está chegando e promete testar a resistência de veículos e competidores.

Rally Endurance: adrenalina e resistência

Rally Endurance: verdadeiro teste de resistência de veículos e pilotos.

A prova acontece entre os dias 22 e 23 de Outubro, na cidade de Cordeirópolis, a 160km da capital paulistana. O Rally Endurance, que significa prova de resistência, será dividido em 3 categorias: Over 50, Aspirado e Turbo.

Confira o cronograma da competição:

SÁBADO – 22/10:
Vistorias técnica e segurança:
Categoria Over 50: das 8:00 às 8:30 horas
Categoria aspirado: das 8:30 às 9:30 horas
Categoria Turbo: das 9:30 às 10:30 horas
Briefing da corrida: 11:00 horas
Treino Livre: das 12 às 14 horas (todas categorias)
Classificação da categoria Over 50: das 14:30 às 15:00 horas
Classificação da categoria Aspirado: das 15:15 às 15:45 horas
Classificação da categoria Turbo: das 16:00 às 16:30 horas
Encontro de confraternização dos participantes com Boi no Rolete: às 17:30 hs

DOMINGO – 23/10:
Warm Up: das 8:00 às 9:00 horas (participação obrigatória de todos competidores)
9:45 horas: Alinhamento para largada
10:00 horas: Largada

Como funciona o Rally Endurance:

Largada: Em movimento, em duas filas.
Primeira fase: Largada em bandeira branca: não é permitida ultrapassagem.
Segunda fase: O diretor de prova, checando que está tudo OK no alinhamento mostrará a
bandeira verde, dando início a corrida com livre ultrapassagem.
Abastecimento: Livre com o galão fornecido pela direção da prova.
Entrada no box:
– A velocidade será limitada a 40 km/h da entrada até a saída do box.
– A penalidade de velocidade excedida no box será 1 outra entrada no box. Após a equipe
ser comunicada o carro tem até 5 voltas para cumprir a penalidade. Não sendo cumprida,
o piloto tomará uma penalização de 15 minutos na prova.

São necessárias algumas características específicas nos UTVS para participar da competição.

Mais informações através do e-mail: kilha@anema.com.br.


Can-Am no Sertões – Casarini/Eckel vence e chega à liderança dos UTVs

Dupla acelera com o Can-Am Maverick Xds Turbo na prova, que realiza segunda parte da etapa maratona nesta sexta-feira (9), no Jalapão, Tocantins. Fonte > Can-Am Tours Deninho Casarini/Luis Eckel no…

Dupla acelera com o Can-Am Maverick Xds Turbo na prova, que realiza segunda parte da etapa maratona nesta sexta-feira (9), no Jalapão, Tocantins.
Fonte > Can-Am Tours

Deninho Casarini/Luis Eckel no Rally dos Sertões. 2016 Crédito: Magnus Torquato

Deninho Casarini/Luis Eckel no Rally dos Sertões. 2016. Crédito: Magnus Torquato

A categoria para UTVs é um show à parte no Rally dos Sertões 2016, que nesta quinta-feira (8) desembarcou na cidade de Mateiros, no Tocantins. Após vitória na quinta etapa, cujo início foi em Luís Eduardo Magalhães (BA), Deninho Casarini e Luis Eckel chegaram à liderança da prova a bordo do Can-Am Maverick Xds Turbo, de acordo com os resultados extra-oficiais. O dia contou com 461,14 quilômetros, sendo 425,67 de trechos cronometrados, e foi marcado pela disputa em formato maratona. Ou seja, os competidores só poderão ter apoio mecânico externo no final da sexta e penúltima etapa, nesta sexta-feira (9).

A segunda parte da maratona tem destino a Ponte Alta (TO). Serão 520,95 quilômetros de desafios, incluindo a especial mais longa da 24ª edição do Sertões, formada por 514,98 km. Para apimentar ainda mais, o plano de fundo será o Jalapão, que causa arrepios em muitos competidores por ser uma região inóspita e arenosa. “O Can-Am Maverick Xds Turbo foi inteiro para o parque fechado, o motor e a suspensão estão excelentes. Temos pela frente a penúltima etapa do Sertões e vamos acelerar forte para chegar na frente, já que a classificação está bastante equilibrada”, explicou Casarini.

Em cinco dias de prova, a categoria para UTVs teve quatro líderes diferentes: Cristiano Batista/Robledo Nicoletti, Gabriel Varela/Gabriel Morales (com o Can-Am Maverick Xds Turbo), Bruno Sperancini/Breno Rezende (Can-Am Maverick Xds) e agora Casarini/Luis Eckel. “Arriscamos tudo na quinta etapa para chegar à liderança e deu certo. Espero que a gente consiga abrir vantagem na sexta-feira e administrar no último dia de prova.”

Atual tricampeã do Rally dos Sertões, a família de veículos Can-Am Maverick ainda está na frente nas classes UTV Pro, com Casarini/Luis Eckel, e UTV Super Production, com Sperancini/Rezende. A 24ª edição do evento definirá os campeões neste sábado (10) em Palmas (TO), após 3.212,17 quilômetros (sendo 2.357,17 km de trechos cronometrados). A disputa também inclui categorias para quadriciclos, motocicletas e carros.

Rally dos Sertões 2016 – Categoria UTVs
Resultado da quinta etapa (extra-oficial)
1 – #218 – DENINHO CASARINI/LUIS ECKEL – 5:51:25 – Can-Am Maverick Xds Turbo
2 – #202 – GABRIEL VARELA/GABRIEL MORALES – 5:54:00 – Can-Am Maverick Xds Turbo
3 – #212 – DENÍSIO NASCIMENTO/EMILIO ROCKENBACH – 5:56:05
4 – #210 – LEANDRO TORRES/LOURIVAL ROLDAN – 5:56:59
5 – #231 – ENRICO ALMEIDA/ALVARO ALMEIDA – 5:58:02 – Can-Am Maverick Xds Turbo
7 – #205 – VINICIUS MOTA/RAFAEL SHIMUK – 6:00:57 – Can-Am Maverick Turbo
8 – #201 – BRUNO SPERANCINI/BRENO REZENDE – 6:06:18 – Can-Am Maverick Xds
9 – #223 – DIMAS PIMENTA III/RODRIGO KONIG – 6:10:40 – Can-Am Maverick Xds Turbo
20 – #230 – PEDRO QUEIROLO/GUI TROMBINI – 8:30:00 – Can-Am Maverick Xds Turbo
21 – #206 – RODRIGO VARELA/MAYCKON PADILHA – 8:30:00 – Can-Am Maverick Xds Turbo

Resultado acumulado após cinco etapas (extra-oficial)
1 – #218 – DENINHO CASARINI/LUIS ECKEL – 23:15:01 – Can-Am Maverick Xds Turbo
2 – #201 – BRUNO SPERANCINI/BRENO REZENDE – 23:19:45 – Can-Am Maverick Xds
3 – #202 – GABRIEL VARELA/GABRIEL MORALES – 23:42:34 – Can-Am Maverick Xds Turbo
4 – #231 – ENRICO ALMEIDA/ALVARO ALMEIDA – 23:51:50 – Can-Am Maverick Xds Turbo

5 – #210 – LEANDRO TORRES/LOURIVAL ROLDAN – 23:57:36
7 – #223 – DIMAS PIMENTA III/RODRIGO KONIG – 24:19:06 – Can-Am Maverick Xds Turbo
8 – #205 – VINICIUS MOTA/RAFAEL SHIMUK – 24:35:26 – Can-Am Maverick Turbo
12 – #230 – PEDRO QUEIROLO/GUI TROMBINI – 26:15:15 – Can-Am Maverick Xds Turbo
17 – #206 – RODRIGO VARELA/MAYCKON PADILHA – 32:29:58 – Can-Am Maverick Xds Turbo


Programação* – Rally dos Sertões 2016
9/9 – Mateiros (TO) / Ponte Alta (TO) – 6ª Etapa
Deslocamento inicial: 00 km
Trecho especial: 514,98 km
Deslocamento final: 5,97 km
Total do dia: 520,95 km

10/9 – Ponte Alta (TO) / Palmas (TO) – 7ª Etapa
Deslocamento inicial: 4,61 km
Trecho especial: 191,54 km
Deslocamento final: 47,46 km
Total do dia: 243,61 km

TOTAL DA PROVA: 3.212,17 km
TOTAL DE TRECHOS ESPECIAIS: 2.357,17 km (ou 74% do roteiro, porcentagem recorde em 24 anos de história).

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.


Can-Am no Sertões – Muitos desafios em sua etapa de abertura

Deninho Casarini e Luis Eckel ficaram em quarto lugar dos UTVs com o Can-Am Maverick Xds Turbo. Fonte: Can-Am Tours “Andamos com muito cuidado mas fomos bem, ainda mais porque…

Deninho Casarini e Luis Eckel ficaram em quarto lugar dos UTVs com o Can-Am Maverick Xds Turbo.
Fonte: Can-Am Tours

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Marcelo Maragni.

“Andamos com muito cuidado mas fomos bem, ainda mais porque ficamos muito tempo na poeira, o que dificultou as ultrapassagens. O UTV foi perfeito em todos os momentos”, afirmou.

A segunda etapa do Rally dos Sertões tem destino a Cavalcante, ainda em Goiás, nesta segunda-feira (5). Serão 418,3 km de percurso, sendo 374,84 de especiais. Na 24ª edição do evento, os campeões serão definidos no dia 10 de setembro em Palmas (TO), após 3.212,17 quilômetros (sendo 2.357,17 km de trechos cronometrados). O evento inclui ainda categorias para quadriciclos, motocicletas e carros.

Rally dos Sertões 2016 – Categoria UTVs
Resultado da primeira etapa (extra-oficial)
1 – Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – 01:44:16
2 – Bruno Sperancini/Breno Rezende – 01:48:57 – Can-Am Maverick Xds
3 – Enrico Almeida/Alvaro Almeida – 01:52:04 – Can-Am Maverick Turbo
4 – Deninho Casarini/Luis Eckel – 01:52:37 – Can-Am Maverick Xds Turbo
5 – Henrique Gutierrez/André Munhoz – 01:52:50
7 – Gabriel Varela/Gabriel Morales – 01:54:10 – Can-Am Maverick Xds Turbo
10 – Vinícius Mota/Rafael Shimuk – 01:55:44 – Can-Am Maverick Turbo
15 – Pedro Queirolo/Guilherme Trombini – 01:58:46 – Can-Am Maverick Xds Turbo
16 – Dimas Pimenta III/Rodrigo Konig – 01:59:12 – Can-Am Maverick Xds Turbo
27 – Rodrigo Varela/Mayckon Padilha – 03:00:00 – Can-Am Maverick Xds Turbo

Programação* – Rally dos Sertões 2016
Segunda-feira – 5/9 – Padre Bernardo (GO) / Cavalcante (GO) – 2ª Etapa
Deslocamento inicial: 34,27 km
Trecho especial: 374,84 km
Deslocamento final: 9,19 km
Total do dia: 418,3 quilômetros

6/9 – Cavalcante (GO) / Posse (GO) – 3ª Etapa
Deslocamento inicial: 22,95 km
Trecho especial: 376,41 km
Deslocamento final: 244,12 km
Total do dia: 643,48 km

7/9 – Posse (GO) / Luís Eduardo Magalhães (BA) – 4ª Etapa
Deslocamento inicial: 14,62 km
Trecho especial: 361,94 km
Deslocamento final: 183,59 km
Total do dia: 560,15 km

8/9 – Luís Eduardo Magalhães (BA) / Mateiros (TO) – 5ª Etapa
Deslocamento inicial: 35,47 km
Trecho especial: 425,67 km
Deslocamento final: 00 km
Total do dia: 461,14 km

9/9 – Mateiros (TO) / Ponte Alta (TO) – 6ª Etapa
Deslocamento inicial: 00 km
Trecho especial: 514,98 km
Deslocamento final: 5,97 km
Total do dia: 520,95 km

10/9 – Ponte Alta (TO) / Palmas (TO) – 7ª Etapa
Deslocamento inicial: 4,61 km
Trecho especial: 191,54 km
Deslocamento final: 47,46 km
Total do dia: 243,61 km

TOTAL DA PROVA: 3.212,17 km
TOTAL DE TRECHOS ESPECIAIS: 2.357,17 km (ou 74% do roteiro, porcentagem recorde em 24 anos de história)


A importância do navegador em provas off-road

Um rally cross-country caracteriza-se por provas de velocidade em percursos desconhecidos pelos competidores. Fonte: Can-Am Tours É proibido fazer reconhecimento prévio do percurso ou mesmo da região onde o Rally…

Um rally cross-country caracteriza-se por provas de velocidade em percursos desconhecidos pelos competidores.
Fonte: Can-Am Tours

É proibido fazer reconhecimento prévio do percurso ou mesmo da região onde o Rally será realizado, tornando imprescindível a presença de um navegador, responsável pela leitura da planilha – livro de bordo – enquanto o piloto deve ser um bom ouvinte para acelerar ao máximo e com segurança.

Em resumo: o navegador manda e o piloto obedece.

Deninho Casarini e o navegador Alberto Fadigatti, no Rally ES | Foto: Gilberto Mayorga

Durante o percurso, o navegador tem a função de carregar a Planilha que possui referências dos trechos a serem percorridos, como lombadas, regiões perigosas, os famosos mata-burros, buracos, pontes e direcionamentos.

No Rally cross-country, os roteiros são escolhidos para dificultar a pilotagem. A máxima que prevalece é “quanto pior, melhor”.

Um diferencial é saber dosar no acelerador e no freio ao mesmo tempo, onde um pequeno erro pode comprometer a competição.

A integração entre piloto e navegador é muito importante nas provas off-road. Cada um tem o seu papel e apenas juntos é que existe um bom resultado.

Achar um navegador que tenha um bom entrosamento com o piloto não é fácil. Do lado do piloto, ele deve aprender a escutar a maneira como o outro “canta” as referências, enquanto o navegador deve ter a sensibilidade para se ajustar à personalidade de seu colega e entender as suas necessidades (enfocar mais determinada sinalização da planinha ou na quilometragem).

A preparação física de ambos tem que ser a mesma, pois as trepidações do veículo são constantes. Musculação e preparação físico são essenciais para garantir que ao final da corrida ambos não  saiam machucados. O emocional também deve ser trabalhado, pois além dos obstáculos do próprio percurso, a pressão é constante.

Além disso, o navegador deve ter a “habilidade” de não enjoar, mantendo-se sempre atento a cada etapa – podendo ser de 4 a 20 horas seguidas e levando em conta que passará maior parte do trajeto lendo e interpretando o caminho, um fator influenciador, pois a maioria das pessoas passa muito mal, principalmente dentro de uma competição onde as estradas não são pavimentadas.


Conheça o dicionário do rally

Para quem não vive ou acompanha o mundo off-road, às vezes, é difícil conversar diretamente com pilotos, navegadores e integrantes das equipes de apoio e entender tudo. Fonte: Can-Am Tours Termos específicos como…

Para quem não vive ou acompanha o mundo off-road, às vezes, é difícil conversar diretamente com pilotos, navegadores e integrantes das equipes de apoio e entender tudo.
Fonte: Can-Am Tours

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick  / Crédito: Gustavo Epifanio

Deninho Casarini acelerando seu Can-Am Maverick / Crédito: Gustavo Epifanio

Termos específicos como coelhos e “curecas” são frequentemente utilizados, mas nem sempre entendidos.

“Coelho” é um termo retirado das corridas de cães, nas quais um mecanismo faz um boneco com a aparência de um coelho disparar na frente, para que seja perseguido pelos competidores de quatro patas. Este é um dos vários termos criados para facilitar a comunicação no mundo dos rallys, esporte extremamente especializado e técnico. A terminologia coleciona ainda outras analogias, como “costela” e “facão”. Há também vocábulos cuja origem se perdeu no tempo, como “cureca”.

Outras terminologias derivam das abreviações encontradas nos livros de bordo (com indicações que ajudam os navegadores a indicar o caminho e a prevenir os pilotos de perigos, ou curecas, à frente). É o caso de DEPS, vocábulo que corresponde a uma “depressão de poças secas” (formadas pela água das chuvas que secou e modificou o formato do piso).

Confira a seguir alguns termos do jargão cotidiano e do livro de bordo, que são utilizados no mundo dos rallys:

  • Coelho: designa o membro da equipe que sai com 3 dias de antecedência (no caso do Sertões) para checar possíveis imprevistos e mudanças no roteiro, como uma ponte caída, uma nova cerca ou buraco de grandes dimensões;
  • Concentração: local nas cidades onde o rally “estaciona”, depois da especial daquele dia;
  • Costela: pequenas irregularidades no piso ou mini lombadas que, quando o carro passa em alta velocidade, dão a sensação de se estar trafegando por “costelas” gigantes;
  • Cureca: é a palavra para perigo. Possui graduação, indicada nos livros de bordo, que vai de 1 a 3 curecas. Antes, a graduação era indicada por caveiras (de 1 a 3), mas atualmente usam-se pontos de exclamação;
  • Deslocamentos: trechos do rally entre uma especial e outra;
  • DEPS: indica “depressão de poças secas”, resultado da ação da água da chuva em piso de terra que, quando seca, deixa deformidades no piso;
  • Especial: trecho de alta velocidade, cronometrado, ou partes do roteiro onde a corrida é realmente disputada;
  • E3: simbologia usada internacionalmente nos rallys para indicar um estreitamento de pista;
  • Facão: sulcos no solo formados pela passagem de diversos veículos, que acabam influenciando o rendimento dos competidores que vierem depois naquele trecho. São chamados facões tanto os sulcos quando a porção de terra saliente, que se acumula entre eles;
  • Forfetar: após o prazo máximo de chegada para dado veículo em determinado dia, há um período no qual o competidor deve entregar seu cartão de controle de horário. Universalmente, este prazo é de 30 minutos. Se perder o prazo, o veículo “forfetou”, ou seja, será penalizado com a perda do resultado conquistado naquele dia e cairá muitas colocações;
  • Levantamento: determinação do roteiro do rally, realizado ao longo de meses de trabalho por uma equipe especializada da organização;
  • Lombas: lombadas grandes que podem causar saltos violentos e quebra de elementos da suspensão;
  • Quebradeira: trecho formado por piso com muitas pedras e buracos, geralmente em descida;
  • Piçarra: tipo de solo formado pela mistura de fragmentos de rocha, areia e outros, mas que conserva, ainda vestígios da textura original da rocha. Também chamado de tapururuca;
  • Prime: disputa tipo ponto a ponto (sem formação de circuito) em alta velocidade. Muitas vezes é apenas uma exibição promocional;
  • Prólogo: prova preliminar, em um trecho de poucos quilômetros, que define a ordem de largada para a primeira especial. Cada competidor tem o cronômetro “zerado” em cada largada e o que vale é o tempo que ele usou para percorrer aquele trecho até o final. O objetivo é determinar quais são os competidores mais rápidos de forma que nas especiais eles não sejam atrapalhados pelos mais lentos, já que a ultrapassagem em trilhas estreitas é difícil. A ordem de largada das demais especiais geralmente é definida pela ordem de chegada da especial anterior;
  • Sentinel: sistema que sinaliza eletronicamente ao carro da frente que há um bólido mais rápido solicitando ultrapassagem. O dispositivo aciona uma luz no painel e um alarme sonoro. É usado geralmente em trechos poeirentos e de pouca visibilidade;
  • Spy: equipamento que indica infrações, como excesso de velocidade em zonas de radar. Fornece dados sobre o percurso e indicações do comportamento do veículo naquele dia;
  • Super prime: disputa em alta velocidade em circuito fechado (tipo um autódromo de terra), no qual os obstáculos são produzidos artificialmente (por trator, como morretes, depressões, curvas de raios variados). Os tempos de volta de cada veículo no super prime pode ser utilizado para definir a ordem de largada para a primeira especial da prova. Utilizado também para fins promocionais;
  • Zona de radar: área de velocidade controlada através do Spy, geralmente em vilarejos e trechos perigosos;
  • Way point: coordenada geográfica para utilização no GPS. Indica pontos da rota a ser empregada pelo competidor.
Livro de bordo
Símbolo Significado
! Cureca (perigo).
!! Dupla cureca.
!!! Tripla cureca (risco elevado, baixar a velocidade ao mínimo).
D Indica trecho de deslocamento, ou trechos do rally entre uma especial e outra.
DEPS Depressões de poça seca.
EROS Erosão.
FZR Fim de zona de radar.
ITE Início do trecho especial (cronometrado).
IZR Início de zona de radar (velocidade controlada).
LAPE Laje de pedra (piso de pedra onde o veículo irá trafegar).
LBD Lombada dupla.
MB Mata burro.
MBVCL Mata burro com vão central longitudinal.
PTVCL Ponte de toras com vão central longitudinal.
R-30 Radar 30 km/h.
V Vila.

Confira a programação do 24º Rally dos Sertões

O Rally dos Sertões completa 24 anos em 2016 e já entrou para a história do nosso país. Fonte: Can-Am Tours Poeira, lama, calor de derreter os miolos ou frio úmido, nas madrugadas,…

O Rally dos Sertões completa 24 anos em 2016 e já entrou para a história do nosso país.
Fonte: Can-Am Tours

Deninho Casarini pilotando seu Maverick Turbo / Crédito: Duda Bairros

Deninho Casarini pilotando seu Maverick Turbo / Crédito: Duda Bairros

Poeira, lama, calor de derreter os miolos ou frio úmido, nas madrugadas, estradas de asfalto e terra, picadas na mata, desfiladeiros e planícies. Atravessar grandes cidades e pequenos vilarejos, contato com povos hospitaleiros e de uma simplicidade emocionante. Tudo isso faz parte do Rally dos Sertões. E muito mais!

Confira a programação dessa edição:

01 e 02 de Setembro
– Vistoria técnicas Motos, Quads e UTVs no Autódromo internacional de Goiânia; e Coletiva de Imprensa e Briefings.

03 de Setembro
– Prólogo na Cidade Alpha Goiás;
– Largada promocional no Autódromo Internacional de Goiânia.

04 de Setembro
–  1ª Etapa: Goiânia (GO) a Padre Bernardo (GO):
Deslocamento inicial: 248,43 km;
Trecho especial: 111,79 km;
Deslocamento final: 4,32 km;
Total do dia: 364,54 quilômetros.

05 de Setembro
– 2ª Etapa: Padre Bernardo (GO) a Cavalcante (GO):
Deslocamento inicial: 34,27 km;
Trecho especial: 374,84 km;
Deslocamento final: 9,19 km;
Total do dia: 418,3 quilômetros.

06 de Setembro
– 3ª Etapa: Cavalcante (GO) a Posse (GO):
  Deslocamento inicial: 22,95 km;
Trecho especial: 376,41 km;
Deslocamento final: 244,12 km;
Total do dia: 643,48 km.

07 de Setembro
– 4ª Etapa: Posse (GO) a Luis Eduardo Magalhães (BA):
  Deslocamento inicial: 14,62 km
Trecho especial: 361,94 km
Deslocamento final: 183,59 km
Total do dia: 560,15 km.

08 de Setembro
– 5ª Etapa: Luis Eduardo Magalhães (BA) a Mateiros (TO) – Etapa Maratona:
Deslocamento inicial: 35,47 km;
Trecho especial: 425,67 km;
Deslocamento final: 00 km;
Total do dia: 461,14 km.

09 de Setembro
– 6ª Etapa: Manteiros (TO) a Ponte Alta (TO):
  Deslocamento inicial: 00 km;
Trecho especial: 514,98 km;
Deslocamento final: 5,97 km;
Total do dia: 520,95 km.

10 de Setembro
– 7ª Etapa: Ponte Alta (TO) a Palmas (TO):
Deslocamento inicial: 4,61 km;
Trecho especial: 191,54 km;
Deslocamento final: 47,46 km;
Total do dia: 243,61 km;
– Cerimônia de Premiação e Festa de Encerramento na Villa Country.

 


Deninho Casarini é um forte candidato ao título do Brasileiro de Rally Baja

O Brasileiro de Rally Baja pegou fogo no Rally Rota SC, realizado neste final de semana (30 e 31) em Lages (SC), o qual somou pontos para a nona e a décima…

O Brasileiro de Rally Baja pegou fogo no Rally Rota SC, realizado neste final de semana (30 e 31) em Lages (SC), o qual somou pontos para a nona e a décima etapas do campenato.
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016 Crédito: Gustavo Epifânio

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016
Crédito: Gustavo Epifânio

Mesmo depois de ter caído para a vice-liderança dos UTVs no Brasileiro de Rally Baja, Deninho Casarini é um forte candidato ao título com seu Can-Am Maverick Turbo. Ele foi o terceiro mais rápido entre os UTVs do Rally Rota SC e segundo colocado da UTV Pró, na qual é o líder isolado. “Acelerei pensando no campeonato. A prova teve bastante pedra e altos índices de quebra dos equipamentos, por isso fui cauteloso em muitos trechos. O Brasileiro está na reta final e a diferença entre os ponteiros é pequena, espero continuar com resultados consistentes para brigar diretamente pela taça”, concluiu Casarini.

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016 Crédito: Doni Castilho

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016
Crédito: Doni Castilho


Deninho Casarini é um forte candidato ao título do Brasileiro de Rally Baja

O Brasileiro de Rally Baja pegou fogo no Rally Rota SC, realizado neste final de semana (30 e 31) em Lages (SC), o qual somou pontos para a nona e a décima…

O Brasileiro de Rally Baja pegou fogo no Rally Rota SC, realizado neste final de semana (30 e 31) em Lages (SC), o qual somou pontos para a nona e a décima etapas do campenato.
Fonte: Mundo Press

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016 Crédito: Gustavo Epifânio

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016
Crédito: Gustavo Epifânio

Mesmo depois de ter caído para a vice-liderança dos UTVs no Brasileiro de Rally Baja, Deninho Casarini é um forte candidato ao título com seu Can-Am Maverick Turbo. Ele foi o terceiro mais rápido entre os UTVs do Rally Rota SC e segundo colocado da UTV Pró, na qual é o líder isolado. “Acelerei pensando no campeonato. A prova teve bastante pedra e altos índices de quebra dos equipamentos, por isso fui cauteloso em muitos trechos. O Brasileiro está na reta final e a diferença entre os ponteiros é pequena, espero continuar com resultados consistentes para brigar diretamente pela taça”, concluiu Casarini.

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016 Crédito: Doni Castilho

Deninho Casarini a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo no Rally Rota SC 2016
Crédito: Doni Castilho


Brasileiro de Rally Baja – Deninho Casarini assume liderança dos UTVs!

Deninho Casarini voou baixo com o Can-Am Maverick Turbo no 2º Rally Baja Jalapão 500. Fonte: Mundo Press     O piloto confirmou segundo lugar entre os UTVs e vitória…

Deninho Casarini voou baixo com o Can-Am Maverick Turbo no 2º Rally Baja Jalapão 500.
Fonte: Mundo Press

 

 

Deninho Casarini no Rally Baja Jalapão 2016 a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo Crédito: Doni Castilho/DFotos

Deninho Casarini no Rally Baja Jalapão 2016 a bordo do UTV Can-Am Maverick Turbo Crédito: Doni Castilho/DFotos

O piloto confirmou segundo lugar entre os UTVs e vitória na classe UTV Pro nas etapas válidas pelo Campeonato Brasileiro de Rally Baja. O desempenho foi suficiente para assumir dianteira no ranking dos UTVs na competição nacional. Patrocinado pela Can-Am, o evento foi realizado neste final de semana (2 e 3) no Tocantins, com largada e chegada em Palmas e pernoite em São Félix do Tocantins. As disputas ainda reuniram quadriciclos e motocicletas e somaram pontos para o Brasileiro de Rally Cross Country.

Os desafios imprevisíveis nas areias do Jalapão e as longas distâncias foram o grande diferencial do Rally Baja Jalapão 500. “Foi uma prova maravilhosa e bem organizada. Cheguei muito perto da vitória na classificação geral das etapas do Baja”, contou o paulista Casarini. “Estou com ótimo ritmo e, se tudo der certo, conseguirei este título inédito no final do ano. Mais do que veloz, o Can-Am Maverick Turbo traz consistência na pilotagem, outra grande vantagem”, continuou. Casarini também faz sucesso na água, onde conquistou três títulos mundiais de moto aquática.

Solidariedade – A solidariedade também teve vez no Rally Baja Jalapão 500 com as ações do Ideia Fixa, projeto que conta com a parceria da Can-Am. A equipe de voluntários visitou as crianças do CEU (Centro de Artes e Esportes Unificados) do conjunto Morada do Vale, em Palmas, na última sexta-feira (1º).

Todas receberam doações, que incluíram livros infantis, revistas, folhas de atividades e kits de higiene bucal e pessoal, entre outros itens, além de muito carinho. O projeto Ideia Fixa tem 14 anos de história e já beneficiou mais de 137 mil pessoas em 16 Estados brasileiros. As doações entregues somam 206 toneladas e 156.800 livros novos e usados.


Deninho Casarini é campeão entre os UTVs do Rally da Ilha

Deninho Casarini foi o grande campeão dos UTVs no Rally da Ilha, que terminou neste domingo em Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo. Fonte: Can-Am Off-Road Brasil Deninho Casarini vence o…

Deninho Casarini foi o grande campeão dos UTVs no Rally da Ilha, que terminou neste domingo em Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo.
Fonte: Can-Am Off-Road Brasil

Deninho Casarini vence o Rally da Ilha com o UTV Can-Am Maverick Turbo 2016 Crédito: Doni Castilho/DFotos

Após dois dias de disputas a bordo do Can-Am Maverick Turbo 2016, o piloto paulista superou grid cheio e repleto de competidores experientes. De quebra, ainda comemorou vitória pela categoria UTV Pró na prova patrocinada pela Can-Am, a qual somou importantes pontos pelo Campeonato Brasileiro de Rally Baja.

Esta foi a segunda vez que Casarini venceu o Rally da Ilha, que completou nove edições. “A prova foi muito rápida e com bastante água. A minha estratégia foi subir o ritmo aos poucos para poder sentir o UTV. O solo arenoso é pesado e desgastante para os equipamentos, por isso procurei administrar a potência e acelerar com responsabilidade. Deu tudo certo, o UTV estava perfeito”, contou o piloto.

Ele ainda ressaltou o alto nível técnico das disputas. “A divisão dos UTVs é a que mais cresce, cada vez mais pilotos experientes em rali migram para a categoria. Isso faz com que o nível cresça a cada etapa, e em Ilha Comprida não foi diferente. O equilíbrio foi muito grande, com poucos segundos de diferença entre os ponteiros”, explicou Deninho.

A família de veículos Can-Am Maverick conquistou outros resultados consistentes no Rally da Ilha. Ainda pela UTV Pró, Dimas de Melo Pimenta III confirmou o quinto lugar, seguido por Rodrigo Varela. Já na classe UTV Turbo, Gabriel Varela foi o segundo colocado e Maurício Pena Rocha, o quarto. As disputas valeram como terceira e quarta etapas do Brasileiro de Rally Baja e ainda incluíram classes para quadriciclos e motocicletas.

Ações sociais – Além de patrocinar o Rally da Ilha, a Can-Am marcou presença nas ações sociais realizadas pelo Ideia Fixa, outro projeto apoiado pela marca canadense. A equipe de voluntários esteve presente na Escola de Pedrinhas, em Ilha Comprida, na última sexta-feira. Os alunos de 4 a 11 anos receberam kits com produtos de higiene bucal e pessoal e livros de histórias infantis.

O Teatro de Fantoches também fez parte da programação, assim como a doação de roupas, sapatos, utensílios domésticos e brinquedos. Sempre no rastro dos ralis pelo Brasil, o Projeto Ideia Fixa possui 14 anos de existência e já beneficiou mais de 137 mil pessoas pelo país com doações, que somam 206 toneladas. As ações também incluem a distribuição de 156.500 livros.


Deninho acelera Can-Am Maverick Turbo.

Dentro e fora das trilhas, Equipe Casarini Can-Am é destaque no Rally da Ilha

Equipe Casarini Can-Am está a caminho do 9º Rally da Ilha, que será realizado neste final de semana em Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo.

A Equipe Casarini Can-Am está a caminho do 9º Rally da Ilha, que será realizado neste final de semana (19 e 20) em Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo.
Fonte: Can-Am Off-Road Brasil

Deninho Casarini acelera o Can-Am Maverick Turbo

Deninho Casarini acelera o Can-Am Maverick Turbo. Crédito: Divulgação Mundo Press

A marca canadense é patrocinadora do evento e promete movimentar os bastidores, sendo que as ação sociais do Projeto Ideia Fixa abrem as programações na manhã desta sexta-feira. Nas trilhas, a Can-Am também é destaque e busca o pódio com a família de veículos Maverick, a qual reforça o grid dos UTVs. As disputas, válidas como 3ª e 4ª etapas do Brasileiro de Rally Baja, ainda incluem classes para quadriciclos e motocicletas.

“Além de desenvolver os melhores produtos para competição, a Can-Am tem o compromisso de incentivar a prática esportiva sempre com responsabilidade social e ambiental. Esperamos que o Rally da Ilha seja mais um grande sucesso”, comentou Adilson Gaspar, do marketing da BRP Brasil. O grupo canandense assina os veículos off-road e roadsters produzidos pela Can-Am.

Pelo segundo ano consecutivo, a Can-Am é patrocinadora de competições organizadas pela Arena Eventos. A parceria em 2016 contempla provas válidas por campeonatos brasileiros de rally: 9º Rally da Ilha (Baja), 10º Rally Cuesta Off-Road (Baja e Cross Country), 2º Rally Jalapão 500 (Baja) e 10º Rally Rota Sudeste (Baja e Cross Country).

Em Ilha Comprida, a divisão dos UTVs é a que possui o maior número de inscritos, com 45 veículos até o momento. A Can-Am esquenta as disputas e acelera com os pilotos Dimas de Melo Pimenta III, Deninho Casarini, Valdir do Amaral e Maurício Pena Rocha, além dos irmãos Gabriel e Rodrigo Varela – defensor do título nacional na categoria UTV Pró.

Pimenta III, que em 2015 foi campeão da UTV Turbo, iniciou o Brasileiro de Baja na liderança da Pró. “O Rally da Ilha apresenta solo arenoso e altas temperaturas, representa um desafio muito duro para pilotos e máquinas. Este é o terceiro ano que corro de Can-Am e estou muito adaptado ao equipamento, o que traz mais confiança”, disse o piloto. Ele compete a bordo do Maverick Turbo 2016.

Solidaridade – As ações sociais estão marcadas para as 9h desta sexta-feira (18) na Escola de Pedrinhas, em Ilha Comprida. A Can-Am é parceira e há três anos apoia as iniciativas do Projeto Ideia Fixa, dirigido por Tânia Mara de Carvalho. Além da alegria da equipe de voluntários, os alunos de 4 a 11 anos irão receber kits que incluem produtos de higiene bucal e pessoal e livros de histórias infantis.

O Teatro de Fantoches também faz parte da programação, assim como a doação de roupas, sapatos, utensílios domésticos e brinquedos. Sempre no rastro dos ralis pelo Brasil, o Projeto Ideia Fixa possui 14 anos de existência e já beneficiou mais de 137 mil pessoas pelo país com doações, que somam 206 toneladas. As ações também incluem a distribuição de 156.500 livros.

 


Sea-Doo RXP-X comemora domínio no IJSBA World Finals

A moto aquática Sea-Doo RXP-X comemora posição de destaque no circuito mundial de motos aquáticas. A embarcação dominou as categorias Pro no IJSBA World Finals, realizado de 10 a 13…

Embarcação da Sea-Doo mostra qualidade superior após confirmar 24 dos 25 pódios disponíveis nas categorias Pro do evento.
Fonte: Blog Sea-Doo

Sea-Doo RXP-X domina a IJSBA World Finals

Sea-Doo RXP-X domina a IJSBA World Finals

A moto aquática Sea-Doo RXP-X comemora posição de destaque no circuito mundial de motos aquáticas. A embarcação dominou as categorias Pro no IJSBA World Finals, realizado de 10 a 13 de outubro em Lake Havasu City, no Arizona, Estados Unidos. Os pilotos a bordo da máquina da Sea-Doo conquistaram 24 dos 25 pódios disponíveis nas categorias de elite, dominando 81% das premiações. O modelo foi a escolha de 70% dos competidores que participaram do evento.

Promovida pela International Jet Sports Boating Association (IJSBA), a competição é o maior evento de motos aquáticas da América do Norte, por isso atrai os melhores competidores do mundo. Jarod Moore, da África do Sul, liderou o Sea-Doo X-Team ao vencer pela primeira vez a categoria Pro Open. Outro destaque a bordo do Sea-Doo RXP-X foi o inglês James Bushell, que faturou a Pro Stock e a Pro GP.

O brasileiro Deninho Casarini da Equipe Casarini BRP conquistou os seus três títulos mundiais em Lake Havasu e destaca como é difícil competir no local. “As águas são do Rio Colorado e têm como características o fundo de pedra e muita presença de sais minerais. Competir lá é diferente de qualquer outro lugar, porque a moto aquática flutua e fica mais difícil de pilotar”, explicou.

Ele também utiliza o Sea-Doo RXP-X nas competições. “O modelo é muito bom de curva e traz estabilidade. O IJSBA World Finals é uma competição importantíssima, que atrai o mundo das motos aquáticas, e não é à toa que a maioria das embarcações na largada é RXP-X”, acrescentou Casarini.

O alto desempenho da moto aquática deve-se a muita tecnologia, com DNA de competição desenvolvido na fábrica. O Sea-Doo RXP-X atinge a melhor dirigibilidade por meio de inovações como o casco T3, que permite que o modelo incline de forma agressiva em curvas e penetre em ondulações, e o sistema Ergolock, sinônimo de ergonomia perfeita, o que diminui o esforço do piloto. A embarcação ainda conta com a alta potência do motor ROTAX® 4-TEC, ideal para manter velocidade máxima durante todo o percurso.